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União e RJ assinam acordo para atuação federal em territórios e vias

ResumoUnião e governo do Rio de Janeiro assinaram acordo para ampliar a atuação federal contra o crime organizado. O pacto prevê retomada de territórios sob domínio de facções e proteção de corredores logísticos estratégicos no estado. A medida busca integrar forças de segurança em operações conjuntas, visando reduzir a violência e garantir o fluxo de mercadorias em vias críticas.

União e governo do RJ assinaram acordos para ampliar atuação contra o crime organizado, com retomada de territórios e proteção de corredores logísticos no estado.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
União e RJ assinam acordo para atuação federal em territórios e vias

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Governo do Rio de Janeiro assinaram nesta quinta-feira (3) dois acordos para ampliar a atuação conjunta contra organizações criminosas no estado. Um deles é voltado à retomada de territórios sob influência do crime organizado. O outro prevê a proteção dos principais corredores logísticos do Rio.

As medidas incluem o emprego de capacidades da Força Nacional, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal. Também estão previstos o compartilhamento de dados de inteligência e ações para atingir as fontes de financiamento das organizações criminosas.

Na proteção dos corredores, foram definidas inicialmente cinco áreas prioritárias: Avenida Brasil; Linha Vermelha; Linha Amarela; acessos ao Porto do Rio; acessos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). O acordo prevê nesses locais o uso de capacidades federais.

A assinatura ocorre em um momento em que a segurança pública no Rio é tema de debate. A comparação com a série histórica de indicadores pode indicar se a medida terá efeito sobre a criminalidade, mas os dados oficiais ainda não foram divulgados.

segurança pública no Rio

A expectativa é que a atuação conjunta reduza a influência do crime organizado em áreas estratégicas. Medidas como o compartilhamento de inteligência e o bloqueio de financiamento são vistas como complementares ao policiamento ostensivo.

Moradores e usuários das vias expressas devem observar mudanças na rotina de fiscalização. A proteção de acessos a porto e aeroporto também pode impactar o fluxo de cargas e passageiros.

Ainda não há cronograma público para o início das operações. A efetividade dependerá da execução das medidas e do monitoramento dos resultados ao longo do tempo.

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