GestãoPro alerta: falha no sistema pode atrasar pagamento do funcionário
Falha no sistema de gestão pode atrasar o pagamento do funcionário. Levantamento do Gartner e Panorama Consulting, reunido pela GestãoPro, mostra riscos na troca de ERP.
Falha no sistema de gestão de uma empresa pode acabar afetando até o pagamento do funcionário. É o que mostra um levantamento do Gartner e da Panorama Consulting reunido pela GestãoPro, fornecedora de sistemas de gestão para pequenas e médias empresas. Segundo o levantamento, cerca de 49% das organizações relatam algum grau de bagunça na rotina ou queda de produtividade logo nas primeiras semanas depois de trocar de sistema. Quando isso acontece, processos como folha de pagamento, controle de ponto e emissão de boletos podem sofrer atrasos até a operação se estabilizar.
O problema costuma começar antes, na escolha do sistema. Entre 55% e 75% dos projetos de ERP (Enterprise Resource Planning) não entregam o que prometeram no início, e uma parcela de 20% a 25% é considerada perda total, quando a empresa abandona o sistema novo e volta ao método antigo. De acordo com a Panorama Consulting, de 22% a 32% dos projetos atrasam além do prazo combinado, o que aumenta o tempo em que a operação fica exposta a esse tipo de falha.
Segundo o diretor da GestãoPro, planejar bem a escolha do sistema, com avaliação de custo, suporte e capacidade de crescer junto com o negócio, é o que evita que esse tipo de problema chegue até o funcionário. "A disciplina na fase de escolha preserva a capacidade de investimento e impede que o ERP, concebido como alavanca de eficiência, se converta em passivo operacional de difícil reversão no balanço da companhia", afirma o diretor da GestãoPro.
A GestãoPro oferece consultoria para implantação, voltada a preparar a empresa antes da troca do sistema. como escolher um sistema de gestão Para o trabalhador, a recomendação é acompanhar prazos de pagamento e comunicar atrasos ao RH ou departamento pessoal, caso ocorram. direitos trabalhistas em atraso de salário
Nos próximos meses, a tendência é que empresas que invistam em planejamento reduzam riscos de instabilidade, mas a transição exige atenção redobrada até a operação se estabilizar.