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Gilmar e Mendonça: embate duro no STF; entenda

ResumoGilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram um embate duro no plenário do STF durante julgamento nesta terça-feira (15). Gilmar Mendes chamou o colega de "aprendiz de feiticeiro", classificou a atitude como "covarde" e "vil" e afirmou que "até a máfia tem ética". O confronto entre os ministros marcou um dos momentos mais tensos da sessão.

No plenário do STF, Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram um dos momentos mais tensos do julgamento desta terça-feira (15). Gilmar chamou o colega de "aprendiz de feiticeiro", falou em atitude "covarde" e "vil" e afirmou que "até a máfia tem ética".

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 15 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Gilmar e Mendonça: embate duro no STF; entenda

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) viveu nesta terça-feira (15) um dos momentos mais tensos do julgamento. Os ministros Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram um embate direto, com acusações trocadas em plenária.

Gilmar Mendes chamou o colega de "aprendiz de feiticeiro". Falou em atitude "covarde" e "vil". E encerrou com a frase que virou o centro do episódio: "até a máfia tem ética".

A discussão ocorreu durante a sessão da Corte e rapidamente ganhou repercussão. O tom foi de confronto aberto, sem mediação aparente entre os dois ministros no momento das falas.

O que mudou no clima do julgamento

O que mudou, no caso, foi o tom. Um julgamento que seguia seu rito habitual passou a ter um embate nominal entre dois ministros do STF, com termos que raramente aparecem no vocabulário do plenário.

A fala de Gilmar Mendes não ficou restrita ao procedimento interno. Ao citar "aprendiz de feiticeiro" e "até a máfia tem ética", o ministro deslocou o debate para o campo da conduta, não apenas do mérito processual.

André Mendonça, por sua vez, é citado na fonte como o ministro que recebeu as acusações diretas. Não há, no material disponível, registro de resposta dele com os mesmos termos.

Por que o episódio pesa

O STF costuma tratar embates internos com discrição. Quando um ministro usa expressões como "covarde" e "vil" contra outro em plenário, o efeito ultrapassa a sessão do dia.

A frase "até a máfia tem ética" funciona como síntese do tom. Não é uma acusação jurídica formal, e sim uma provocação retórica dentro do julgamento. Ainda assim, foi ela que definiu o clima da sessão desta terça-feira (15).

Para quem acompanha o dia a dia da Corte, o episódio fica como registro de um atrito que não se resolveu no mérito, mas no vocabulário. E vocabulário, no STF, também vira notícia.

O julgamento seguiu seu curso após o embate. Não há, na fonte, informação sobre decisão tomada especificamente por causa da discussão entre os dois ministros.

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