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Vorcaro nega corrupção em depoimento à PF e volta a sinalizar delação

ResumoDaniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, negou corrupção de servidores do Banco Central em depoimento à Polícia Federal. O executivo, preso preventivamente, reiterou interesse em firmar acordo de delação premiada. A declaração ocorre no âmbito de investigação sobre supostas irregularidades financeiras. Vorcaro permanece detido enquanto a PF avalia os termos da possível colaboração.

Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, negou ter corrompido servidores do BC em depoimento à PF. Preso preventivamente, ele voltou a sinalizar interesse em delação.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Vorcaro nega corrupção em depoimento à PF e volta a sinalizar delação

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, negou ter corrompido servidores do Banco Central durante depoimento prestado à Polícia Federal nesta sexta-feira (28). A oitiva durou cerca de quatro horas e ocorreu por videoconferência, já que ele está preso preventivamente na Papudinha, no Distrito Federal.

A negativa de corrupção foi o centro do depoimento no inquérito que investiga supostas irregularidades envolvendo a instituição financeira. Vorcaro também voltou a sinalizar interesse em fechar um acordo de delação premiada, movimento que vinha sendo especulado desde o início das investigações.

A Papudinha é a unidade prisional do DF onde o ex-banqueiro está custodiado. A participação remota na oitiva não impediu que ele respondesse aos questionamentos dos investigadores, conforme apurou a reportagem.

O inquérito segue em andamento, e a Polícia Federal não divulgou novos detalhes sobre os próximos passos. A defesa de Vorcaro não se manifestou publicamente até o fechamento desta edição.

Minas acompanha de perto os desdobramentos, já que o Banco Master tem atuação relevante no cenário financeiro nacional, e a cultura de transparência é valor que se estende a todos os setores da vida pública. A expectativa é que novos elementos do inquérito venham a público nas próximas semanas.

Para quem acompanha o caso, a recomendação é ficar atento aos comunicados oficiais da Polícia Federal e do Banco Central, que têm autonomia para divulgar informações sobre o andamento das investigações.

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