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Uberlândia antiga: lugares que as gerações Z e Alfa não conheceram

ResumoUberlândia antiga preserva em arquivos municipais locais como o Moinho Sete Irmãos, o Hospital de Clínicas da UFU e a Rondon Pacheco antes das reformas urbanas. Esses registros documentam a paisagem pré-modernização, contrastando com a estrutura atual desconhecida pelas gerações Z e Alfa. A memória visual desses pontos históricos permanece acessível em acervos públicos, oferecendo testemunho direto das transformações da cidade.

No aniversário de Uberlândia, arquivos mostram como eram o Moinho Sete Irmãos, o Hospital de Clínicas da UFU, a Rondon Pacheco e outros pontos antes das transformações que as gerações Z e Alfa não viram.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 31 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Uberlândia antiga: lugares que as gerações Z e Alfa não conheceram

Uberlândia faz aniversário nesta segunda-feira (31), e a data reabre um acervo de imagens que mostra como a cidade era antes de ganhar a aparência atual. Quem nasceu nos últimos anos, em especial as gerações Z (nascidos entre 1997 e 2012) e Alfa (a partir de 2013), nunca viu esses lugares de outro jeito. Para eles, o Moinho Sete Irmãos, o Hospital de Clínicas da UFU, a Avenida Rondon Pacheco, o Estádio Parque do Sabiá, o Terminal Central e o Mercado Municipal sempre existiram exatamente como são hoje.

Os arquivos reunidos para a celebração mostram prédios que mudaram, avenidas que ganharam novos contornos e espaços que se transformaram junto com a cidade. Em alguns casos, a diferença é discreta. Em outros, é daquelas que fazem surgir a pergunta: "isso ficava mesmo aqui?". A ideia é voltar no tempo sem sair do lugar.

A comparação entre as imagens antigas e a cidade atual ajuda a dimensionar o ritmo de crescimento de Uberlândia, que se reflete na paisagem urbana. Avenidas largas, como a Rondon Pacheco, hoje um dos principais eixos de tráfego, nem sempre tiveram o mesmo desenho. O Terminal Central, ponto de passagem diária de milhares de pessoas, também passou por transformações que passaram despercebidas para quem nasceu depois delas.

O exercício de memória não é apenas nostálgico. Ele situa o presente em uma linha do tempo: cada prédio, cada praça e cada avenida carrega uma decisão de planejamento urbano que responde a um contexto específico. Para as gerações mais novas, que só conhecem o resultado final, a série de fotos é uma porta de entrada para entender como a cidade se construiu.

A publicação convida o leitor a deslizar pelas fotos e comparar o antes e o depois. A pergunta que fica é: quantos desses lugares você reconheceria se voltasse no tempo?

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