Quem é Helio Secco, candidato ao Senado pelo Rio
Hélio Kinast Cruz Secco, de 37 anos, é o candidato do partido MISSÃO ao Senado pelo Rio de Janeiro. Seus suplentes são Moisés Queiroz e Ramon Batista. Natural de Petrópolis (RJ), ele construiu a trajetória profissional na área ambiental antes de migrar para a política.
Hélio Kinast Cruz Secco, 37 anos, é o candidato do partido MISSÃO ao Senado pelo Rio de Janeiro, com Moisés Queiroz e Ramon Batista como suplentes. Formado em biologia pela UENF, é doutor em Ciências Ambientais e Conservação pela UFRJ e empreendedor na área de consultoria ambiental.
Formação e trajetória profissional
Secco é formado em biologia pela UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense). Tem mestrado em Ecologia Aplicada com ênfase em Ecologia de Estradas pela UFLA (Universidade Federal de Lavras) e doutorado em Ciências Ambientais e Conservação pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Também é técnico em Gestão Pública pelo SENAC.
Atuou como pesquisador da área ambiental por iniciativas privadas. Hoje é empreendedor no ramo de assessoria e consultoria ambiental, atividade que, segundo ele próprio, o motivou a seguir carreira na política.
Passagem pela política e rompimento com o Novo
Helio foi coordenador do Plano de Governo Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. Já disputou a eleição como candidato a vice-governador em 2022. Ocupou o cargo de vice-presidente estadual do Novo-RJ, mas rompeu com o partido após a aproximação do Novo com o PL (Partido Liberal).
O que o candidato defende
Entre os objetivos de sua candidatura, destacam-se posicionamentos sobre segurança:
- Aumento da pena para crimes violentos, financeiros e contra a administração pública
- Redução da maioridade penal
- Fim do foro privilegiado
A campanha também é marcada pela defesa do fomento à ciência, tecnologia e inovação, transição energética limpa, redução de impostos, incentivo ao empreendedorismo e privatizações.
Reforma no Judiciário
Secco defende uma reforma no Judiciário, com mandatos de 12 anos sem recondução para os ministros, impeachment para os que violem garantias constitucionais e o fim das decisões monocráticas.
O próximo passo da candidatura é a oficialização do nome na disputa, que depende do calendário eleitoral e das convenções partidárias.