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Israel ataca comandante do Hamas em hospital de Gaza

ResumoIsrael atacou um comandante do Hamas dentro de um hospital em Gaza, em operação anunciada pelo Exército israelense neste sábado (29/8). Autoridades de saúde locais reportaram a morte de três pessoas em bombardeios distintos. O alvo específico e o nome do comandante não foram divulgados oficialmente.

O Exército israelense anunciou, neste sábado (29/8), que atacou um comandante do Hamas dentro de um hospital em Gaza. As autoridades de saúde locais relataram a morte de três pessoas em bombardeios distintos.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Israel ataca comandante do Hamas em hospital de Gaza

O Exército israelense anunciou, neste sábado (29/8), que atacou um comandante do Hamas dentro de um hospital em Gaza. As autoridades de saúde no território palestino relataram a morte de três pessoas em bombardeios israelenses distintos.

Segundo a nota militar, o alvo estava "escondido dentro" do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, na cidade de Deir al-Balah, no centro de Gaza, e "preparando ataques terroristas contra soldados da Tsahal (exército) e civis israelenses". O Exército não especificou se o comandante morreu, nem revelou sua identidade.

O ataque atingiu um prédio adjacente às principais instalações do hospital. A unidade de saúde informou que três pessoas ficaram feridas em um bombardeio perto de um depósito, a uma curta distância da maternidade.

O Exército israelense disse que, dois dias antes, havia alertado as autoridades de saúde de Gaza para "pararem de usar instalações médicas para fins terroristas". Horas antes do ataque, o hospital já havia relatado uma morte causada por fogo israelense na parte leste da cidade. Israel afirmou que estava verificando a informação.

A nova onda de violência ocorre apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025. A região segue em alerta, com a população civil de Gaza novamente no centro do fogo cruzado.

Na minha cobertura do interior, aprendi que a guerra, como a seca, não é notícia só quando vira tragédia. Quem vive em Deir al-Balah, entre os escombros e as macas do hospital, sente cada bombardeio na pele. A comunidade local espera que o cessar-fogo seja mais que uma trégua no papel: que os hospitais voltem a ser lugares de cura, não de medo.

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