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Família busca informações de idosa que desapareceu de fazenda há mais de três meses

ResumoMaria Aparecida Silva, 72 anos, desapareceu de uma fazenda na zona rural de Grão Mogol, Norte de Minas, há mais de três meses. A família de Maria Aparecida Silva realiza novo apelo por informações sobre o paradeiro da idosa, sem pistas concretas até o momento.

Há mais de três meses, Maria Aparecida Silva, de 72 anos, desapareceu de uma fazenda na zona rural de Grão Mogol, no Norte de Minas. A família, sem pistas concretas, faz novo apelo por informações que possam levar ao paradeiro da idosa.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 15 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Família busca informações de idosa que desapareceu de fazenda há mais de três meses

Família busca informações de idosa que desapareceu de fazenda há mais de três meses

Há mais de três meses, Maria Aparecida Silva, de 72 anos, desapareceu da Fazenda São João, na zona rural de Grão Mogol, no Norte de Minas. A família, que vive entre a espera e o desespero, faz novo apelo público por qualquer informação que ajude a localizar a idosa. Até agora, nenhuma pista concreta surgiu. Quem tiver informações pode ligar para o 190 ou para o Disque-Denúncia (181), sigilo garantido.

A família de Maria Aparecida Silva, de 72 anos, busca informações sobre seu paradeiro desde 27 de fevereiro de 2026, quando ela desapareceu da Fazenda São João, em Grão Mogol (MG). Até agora, não há pistas concretas. Quem tiver informações pode ligar para o 190 ou para o Disque-Denúncia (181).

O desaparecimento na Fazenda São João

Maria Aparecida morava com o filho mais novo na propriedade rural, a cerca de 30 quilômetros da sede do município. Na tarde de 27 de fevereiro, ele saiu para levar o gado ao curral e, quando voltou, por volta das 17h, a mãe não estava mais em casa. "Ela gostava de caminhar pelo terreiro, mas nunca sumia assim", conta João Batista Silva, de 45 anos, filho da idosa. A Polícia Militar foi acionada no mesmo dia e registrou o boletim de ocorrência.

Grão Mogol, município com cerca de 15 mil habitantes segundo o IBGE, fica na região semiárida do Norte de Minas. A fazenda onde Maria Aparecida vivia é cercada por vegetação de caatinga e pastagens, com poucas casas vizinhas. A distância entre as propriedades dificulta testemunhas.

As buscas realizadas até agora

Nas primeiras semanas, a Polícia Militar fez varreduras a pé e com cães farejadores, além de sobrevoos de drone. "Revistamos cada canto da fazenda, açudes, grotas, mas não encontramos nenhum vestígio", relata o sargento Carlos Eduardo, da PM de Grão Mogol. A corporação também ouviu moradores das comunidades rurais próximas, sem sucesso.

A família contratou um detetive particular, que atuou por 15 dias, também sem resultados. "Gastei o que não tinha, mas não desisto", desabafa João. A Polícia Civil de Grão Mogol mantém o caso em aberto, mas admite que as pistas são escassas.

O apelo da família e da comunidade

No último domingo, dia 1º de junho, a família realizou uma missa em memória de Maria Aparecida na capela da comunidade de Vargem Grande, a 10 km da fazenda. Cerca de 50 pessoas compareceram. "Viemos pedir a Deus e pedir ajuda de quem puder ver alguma coisa", disse dona Terezinha, vizinha da família. Cartazes com a foto da idosa foram espalhados pelos comércios de Grão Mogol e cidades vizinhas, como Montes Claros e Bocaiúva.

A família cuidados com idosos no campo reforça que Maria Aparecida não tem histórico de fugas ou desorientação. "Ela tomava remédio controlado para pressão, mas estava lúcida", afirma João. A suspeita inicial de acidente, como queda em açude ou ataque de animal, não foi confirmada.

O papel das redes sociais e da imprensa

O caso ganhou repercussão em grupos de WhatsApp de Grão Mogol e região. Páginas locais de notícias compartilharam o apelo, e a Polícia Civil pede que qualquer informação, mesmo que pareça irrelevante, seja reportada. "Um detalhe pode ser a chave", afirma o delegado responsável, Dr. Marcos Oliveira.

A imprensa regional também cobriu o caso. O jornal "O Norte de Minas" publicou uma reportagem em março, e a rádio comunitária local fez chamadas diárias durante uma semana. Até agora, nenhuma denúncia anônima resultou em pista concreta.

Perguntas Frequentes

Como denunciar o desaparecimento de Maria Aparecida?

Ligue para o 190 (Polícia Militar) ou para o Disque-Denúncia (181). O sigilo é garantido. Informe qualquer detalhe sobre o paradeiro da idosa.

A polícia ainda investiga o caso?

Sim. A Polícia Civil de Grão Mogol mantém o inquérito aberto. A corporação afirma que novas denúncias podem reativar as buscas.

O que a família mais precisa agora?

Informações concretas. Qualquer pista sobre onde Maria Aparecida pode estar, mesmo que pareça pequena, pode ser decisiva.

Há recompensa por informações?

Não há recompensa oficial. A família arca com os custos das buscas e agradece qualquer ajuda voluntária.

Como ajudar a família?

Compartilhe a foto e os dados de Maria Aparecida em grupos e redes sociais. Qualquer alcance a mais pode chegar a alguém que viu algo.

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