TSE desmente Flávio Bolsonaro e reafirma que Smartmatic não forneceu urnas ao Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral voltou a esclarecer que a empresa Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu os programas utilizados pelo sistema eleitoral brasileiro. O assunto retornou ao debate público depois que o senador Flávio Bolsonaro fez afirmações sobre as
TSE desmente Flávio Bolsonaro e reafirma que Smartmatic não forneceu urnas ao Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral voltou a esclarecer que a empresa Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu os programas utilizados pelo sistema eleitoral brasileiro. O assunto retornou ao debate público depois que o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou, durante um encontro com diplomatas, que parte das máquinas utilizadas no Brasil seria da Smartmatic.
A resposta do TSE veio de forma direta: a empresa não tem relação com o fornecimento de urnas ou com o desenvolvimento de software para as eleições brasileiras. A nota oficial do tribunal reafirma um fato já conhecido, mas que volta a circular em meio a discussões sobre a segurança do sistema eleitoral.
O que disse Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência, levantou a questão durante um encontro com diplomatas. Ele afirmou que parte das máquinas utilizadas no Brasil seria da Smartmatic, empresa que já atuou em outros países. A declaração gerou reações e levou o TSE a se manifestar publicamente.
A posição do TSE
O Tribunal Superior Eleitoral foi categórico: a Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas ao Brasil. A empresa também não desenvolveu os programas utilizados pelo sistema eleitoral brasileiro. O tribunal já havia feito esclarecimentos semelhantes em outras ocasiões, mas a nova fala do senador exigiu uma resposta oficial.
Contexto do sistema eleitoral
O sistema eleitoral brasileiro utiliza urnas eletrônicas desenvolvidas e fornecidas por empresas nacionais, sob supervisão do TSE. A Smartmatic, que atua em outros mercados, não participa desse processo. O tribunal reforça que as urnas são seguras e passam por auditorias constantes.
Repercussão
A declaração de Flávio Bolsonaro e a resposta do TSE reacenderam o debate sobre a credibilidade do sistema eleitoral. Para quem acompanha o assunto, a posição do tribunal não é nova, mas serve para esclarecer dúvidas que ainda circulam entre parte da população.
Perguntas Frequentes
A Smartmatic já forneceu urnas para o Brasil?
Não. O TSE reafirma que a empresa nunca forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu programas para o sistema eleitoral brasileiro.
O que Flávio Bolsonaro disse sobre as urnas?
O senador afirmou, em encontro com diplomatas, que parte das máquinas utilizadas no Brasil seria da Smartmatic.
O TSE já havia se manifestado sobre a Smartmatic antes?
Sim. O tribunal já havia esclarecido em outras ocasiões que a empresa não participa do sistema eleitoral brasileiro.
Por que o assunto voltou ao debate?
A fala de Flávio Bolsonaro durante encontro com diplomatas reacendeu a discussão sobre a origem das urnas eletrônicas.
As urnas eletrônicas brasileiras são seguras?
O TSE afirma que as urnas são seguras e passam por auditorias constantes, com supervisão do tribunal.