TSE confirma teto de R$ 133 milhões para campanha presidencial em 2026
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na terça-feira (21) o teto de R$ 133 milhões para gastos de campanha presidencial nas eleições de outubro. O valor considera despesas dos dois turnos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na terça-feira (21) o teto de R$ 133 milhões para gastos de campanha presidencial nas eleições de outubro. O valor total considera as despesas dos dois turnos e faz parte das regras de financiamento eleitoral com recursos do Fundo Eleitoral.
A decisão do TSE estabelece o limite máximo que cada candidato à Presidência da República poderá gastar ao longo de toda a campanha. O montante de R$ 133 milhões representa o teto consolidado, incluindo tanto o primeiro quanto o segundo turno, caso haja necessidade de votação adicional.
O que muda com o novo teto
O valor definido pelo TSE para 2026 segue a mesma lógica de edições anteriores, ajustando os gastos ao orçamento do Fundo Eleitoral. A regra busca equilibrar a competitividade entre os candidatos sem comprometer a transparência financeira.
Como o teto é calculado
O TSE utiliza como base o total de recursos disponíveis no Fundo Eleitoral e distribui os limites conforme o cargo em disputa. Para a Presidência, o teto de R$ 133 milhões é o maior entre todos os cargos, refletindo a abrangência nacional da campanha.
Impacto nas campanhas
Candidatos precisarão planejar com cuidado cada etapa da campanha para não ultrapassar o limite. O teto de R$ 133 milhões exige controle rigoroso de despesas com publicidade, eventos, materiais gráficos e equipe.
Regras de prestação de contas
Além do teto, o TSE exige que todos os gastos sejam declarados à Justiça Eleitoral. A prestação de contas detalhada permite fiscalização e evita abusos durante o período eleitoral.
Comparação com eleições anteriores
O valor de R$ 133 milhões mantém o padrão de tetos elevados para campanhas presidenciais, mas com ajustes anuais baseados na inflação e no orçamento disponível.
Perguntas Frequentes
O teto de R$ 133 milhões inclui gastos de partidos?
Não. O limite é individual para cada candidato à Presidência, não para os partidos políticos.
O que acontece se um candidato ultrapassar o teto?
O candidato pode ter a candidatura impugnada ou sofrer sanções financeiras, conforme a legislação eleitoral.
O teto vale para todos os candidatos?
Sim, o valor de R$ 133 milhões se aplica a todos os candidatos à Presidência da República.
Os gastos de campanha são fiscalizados?
Sim, o TSE e os tribunais regionais eleitorais fiscalizam as contas de campanha.
O teto pode ser revisado?
O TSE pode revisar o teto antes das eleições, caso haja mudanças no orçamento do Fundo Eleitoral.