Serviços

Interdições na barragem de Aimorés: veja horários e rotas

ResumoA barragem da Usina Hidrelétrica de Aimorés terá interdições noturnas em 3 e 4 de setembro, das 22h às 5h, para modernização de equipamentos. A restrição afeta motoristas que trafegam entre Baixo Guandu, Aimorés, Itueta e Resplendor. Rotas alternativas devem ser planejadas durante o período.

Motoristas que usam a barragem da Usina Hidrelétrica de Aimorés como acesso entre Baixo Guandu, Aimorés, Itueta e Resplendor enfrentam interdições noturnas em 3 e 4 de setembro, das 22h às 5h, para modernização de equipamentos.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Interdições na barragem de Aimorés: veja horários e rotas

Motoristas que usam a barragem da Usina Hidrelétrica de Aimorés como ligação entre Baixo Guandu, Aimorés, Itueta e Resplendor precisam se planejar para as noites de 3 e 4 de setembro. O trânsito no local será interditado das 22h às 5h, segundo informou a fonte oficial. Quem depende desse acesso para voltar do trabalho ou levar produção para a cidade vizinha vai precisar de rotas alternativas nesses dois dias.

As interdições noturnas acontecem para dar continuidade às atividades de modernização dos equipamentos da usina. O serviço, que já está em andamento, exige bloqueio total do tráfego no trecho durante a madrugada. A medida afeta diretamente quem mora na região e cruza a barragem diariamente, como o produtor rural José Carlos, de Aimorés, que escoa leite para Baixo Guandu: "Se fechar de 22h às 5h, eu saio mais cedo ou deixo pra levar de manhã. A gente se vira, mas precisa saber antes pra não perder viagem."

A orientação para quem vai atravessar nesse período é buscar caminhos alternativos ou ajustar os horários de deslocamento. Quem puder, deve evitar a barragem entre 22h e 5h nas duas noites. A interdição vale tanto para veículos leves quanto para caminhões, que costumam usar esse corredor para escoar café e madeira da região.

A seca prolongada no Vale do Rio Doce já pesa no bolso de quem vive da terra, e qualquer mudança no acesso vira transtorno a mais. Mas, pelo menos, o aviso veio antes. A comunidade espera que a modernização dos equipamentos reduza futuras paradas e melhore a segurança da travessia. Até lá, o jeito é se programar e, se possível, evitar o trecho nas madrugadas de quinta e sexta-feira.

// Leia também

Publicidade