Segurança residencial ganha recursos para proteger mulheres
A segurança residencial ganha recursos discretos e conectados para proteger mulheres em situações de risco. Entenda como funcionam os alertas silenciosos e o crescimento do setor no Brasil.
A segurança residencial deixou de ser apenas barulho. Por décadas, proteger uma casa significou sirenes estridentes, cães que latem e alarmes que acordam o quarteirão. A lógica era simples: quem age errado não quer ser visto nem ouvido, então chamar atenção afugenta o perigo. Essa estratégia segue eficaz e continua sendo a base da proteção. Câmeras à vista, sensores e alarmes sonoros funcionam porque anunciam que ali há proteção, inibindo a ação antes que ela comece.
Mas nem toda situação se resolve pela dissuasão. Há circunstâncias, muitas vividas por mulheres, em que a proteção precisa agir sem ser percebida. Quando a ameaça não vem de fora, mas está do outro lado da porta ou já dentro de casa, acionar um alarme sonoro ou pedir ajuda em voz alta não afasta o risco e pode até aumentá-lo. Quem conhece a rotina, os horários e os hábitos da casa faz com que qualquer reação visível deixe de ser proteção e vire exposição.
Foi essa realidade que impulsionou uma virada tecnológica. O avanço dos últimos anos não substituiu a segurança visível, mas criou soluções silenciosas, discretas e conectadas. O setor cresce nessa direção: segundo o Panorama 2024/2025 da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), a segurança eletrônica faturou em média R$ 14 bilhões em 2024, alta de 16,1% ante o ano anterior, puxada por inteligência artificial e conectividade. A automação residencial avança cerca de 30% ao ano no país, acima da média global, conforme a IDC Brasil. E sistemas de segurança estão entre os itens mais desejados pelos moradores, citados por 59% dos entrevistados em pesquisa do QuintoAndar com o Datafolha.
Na prática, a proteção ganhou formatos diferentes. Para inibir ameaça externa, a segurança visível segue imbatível. Para pedir ajuda sem que ninguém perceba, a tecnologia criou outro caminho. A Emive, empresa de segurança eletrônica com mais de 30 anos de atuação e mais de 140 mil clientes, incorporou ao seu sistema de alarme monitorado dois recursos pensados para mulheres em situação de risco. Com dois toques, um alerta aciona a Central de Monitoramento 24h sem avisar quem está por perto. Há também uma senha que aparenta desarmar o sistema normalmente, mas dispara um alerta discreto para a central, resposta para o cenário em que o perigo está ao lado.
Em ambos os casos, o funcionamento é o mesmo: transformar um gesto pequeno e imperceptível em uma resposta imediata do outro lado da linha, com profissionais acompanhando 24 horas por dia. Nenhuma mulher deveria precisar pensar em como pedir socorro sem ser notada. Mas saber que existe uma forma de fazer isso pode fazer diferença em uma situação de risco. Para conhecer os recursos e entender como funcionam as soluções voltadas às mulheres, acesse lp.emive.com.br/seguranca-mulher. Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em caso de emergência.