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PF faz operação contra desvios de emendas parlamentares

ResumoA Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal em 10 de abril, investiga desvios de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares repassadas a uma empresa privada. A ação cumpre 49 mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal em investigação sobre fraude na aplicação de verbas federais.

A Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (10), apura desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares repassadas a empresa privada. São 49 mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 10 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
PF faz operação contra desvios de emendas parlamentares

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, que apura desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares repassadas a uma empresa privada. O Supremo Tribunal Federal (STF) expediu 49 mandados de busca e apreensão, cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.

Segundo a PF, as investigações apontam a existência de uma organização criminosa que usou recursos públicos de maneira irregular e sem prestação de contas. Os desvios são estimados em centenas de milhões de reais, e as irregularidades teriam ocorrido até julho deste ano.

Os crimes investigados incluem peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios. A operação mobiliza equipes em quatro unidades da federação, o que indica o alcance nacional do esquema apurado.

Para quem acompanha o destino do dinheiro público, o caso interessa diretamente: emendas parlamentares são recursos indicados por deputados e senadores e repassados a estados, municípios ou entidades privadas. Quando o repasse não tem prestação de contas, quem perde é o contribuinte que financiou a obra ou o serviço que não chegou.

A reportagem procurou detalhes sobre os investigados, mas a PF não divulgou nomes até o momento. As apurações seguem sob sigilo no STF. A Agência Brasil acompanha o caso e trará novas informações conforme forem liberadas pelas autoridades.

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