PF encontra sete armas em endereço ligado a advogado de Mario Frias
A Polícia Federal encontrou sete armas de fogo em endereço ligado ao advogado do deputado federal Mario Frias (PL-SP). A operação desta quinta-feira (10) apreendeu cinco pistolas, uma espingarda e um fuzil; investigadores apuram em nome de quem estão registradas.
A Polícia Federal encontrou sete armas de fogo em endereço ligado ao advogado do deputado federal Mario Frias (PL-SP). Na operação desta quinta-feira (10), os agentes identificaram cinco pistolas, uma espingarda e um fuzil. Os investigadores ainda apuram em nome de quem as armas estão registradas.
O que se sabe até agora:
- Sete armas localizadas: cinco pistolas, uma espingarda e um fuzil.
- O endereço é ligado ao advogado do deputado Mario Frias (PL-SP).
- A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
- A ação mirou Frias e outras 28 pessoas.
- O deputado está proibido de deixar o Brasil por ordem judicial.
A operação desta quinta-feira (10) contra Frias e outras 28 pessoas foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF. Além das armas, o caso envolve outro flanco: a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou indícios de irregularidade na destinação de R$ 2 milhões em repasse por emenda parlamentar do deputado federal.
A suspeita é de que parcela do valor total não teria comprovação de utilização, por meio de nota fiscal, pela produtora do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Para quem acompanha o noticiário de Brasília, o caso interessa diretamente: envolve dinheiro público repassado por emenda, um filme em produção e agora um endereço ligado ao advogado do parlamentar. Cada frente corre em ritmo próprio, e o desfecho de uma não determina o da outra.
O que se sabe é que a apuração sobre as armas segue em curso. A PF não informou, até aqui, a quem pertencem os registros das sete armas apreendidas. Esse ponto é central: sem essa definição, não há como atribuir a qualquer pessoa a propriedade ou a responsabilidade pelos itens localizados.
A proibição de deixar o país e os indícios apontados pela CGU sobre o repasse de R$ 2 milhões compõem o mesmo conjunto de medidas judiciais. O caso segue sob relatoria do ministro Flávio Dino, no STF, e novas diligências podem ser pedidas conforme a investigação avança.
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