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Pedágio BR-262: veja quanto você paga em cada praça em MG

ResumoO pedágio da BR-262 em Minas Gerais sobe 7,68% a partir de 20 de setembro, conforme reajuste aprovado pela ANTT. A rodovia possui praças em pontos como Abaeté, Luz e Serra do Salitre, com valores variando por categoria de veículo. Motoristas devem consultar a tabela oficial para conferir a tarifa exata em cada praça.

Pedágio da BR-262 em MG sobe a partir de 20 de setembro. Reajuste de 7,68% foi aprovado pela ANTT. Veja os valores por praça e categoria.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Pedágio BR-262: veja quanto você paga em cada praça em MG

Viajar pela BR-262, em Minas Gerais, vai custar mais caro a partir de 20 de setembro de 2026. A concessionária Way-262, que administra o trecho, aplicará reajuste de 7,68% nas tarifas de pedágio, aprovado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na 1ª Revisão Ordinária da concessão. O percentual considera a variação do IPCA entre janeiro de 2025 e julho de 2026.

Para automóveis, caminhonetes e furgões, os valores passam a variar entre R$ 9,40 e R$ 11,20, dependendo da praça. São seis pontos de cobrança no trecho concedido: Florestal, Nova Serrana, Luz, Campos Altos, Araxá e Perdizes. Em Nova Serrana, a tarifa cai de R$ 8,80 para R$ 9,40, a menor entre todas. Já em Luz, o pedágio sobe para R$ 11,20, o maior valor para a categoria. Em Florestal, passa para R$ 11,00; em Campos Altos, R$ 10,70; em Araxá, R$ 10,20.

O reajuste não vale apenas para carros. Caminhões e ônibus também terão tarifas atualizadas, calculadas pela categoria e quantidade de eixos. Para veículos comerciais de dois eixos, os valores vão de R$ 18,80 (Nova Serrana) a R$ 22,40 (Luz). Já para os de oito eixos, a cobrança varia de R$ 75,20 (Nova Serrana) a R$ 89,60 (Luz).

Apesar do reajuste geral de 7,68%, os valores finais têm pequenas diferenças entre as praças por causa do arredondamento das tarifas. Até o dia 19 de setembro, seguem valendo os preços atuais. Quem planeja viajar pelo trecho deve considerar o impacto no orçamento, especialmente caminhoneiros e empresas que dependem da rodovia para escoar produção. A tendência é que o novo patamar de preços permaneça até a próxima revisão tarifária, sem data prevista.

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