Joel Rodrigues promete gerar emprego e atrair investimentos no Piauí
Joel Rodrigues (PP), candidato ao Governo do Piauí, afirmou que, se eleito, vai criar condições para gerar empregos e atrair investimentos. A declaração foi feita durante caminhada no bairro Piçarreira, em Teresina, na noite desta quarta-feira (2).
O candidato ao Governo do Piauí Joel Rodrigues (PP) afirmou que pretende criar condições para gerar empregos e atrair novos investimentos para o estado, caso seja eleito. A declaração foi dada durante uma caminhada pelo bairro Piçarreira, na Zona Leste de Teresina, na noite desta quarta-feira (2).
Durante a agenda, Joel conversou com comerciantes e apoiadores e apresentou propostas que pretende incluir no plano de governo. Segundo ele, as medidas devem estimular a atividade econômica e evitar o fechamento de empresas e a redução de vagas de trabalho.
Entre as propostas, o candidato defende a redução gradual do ICMS. "Nós vamos propor, gradualmente, fazer essa redução do ICMS. Quando a gente reduz o ICMS, não é direcionar só para as empresas, é porque tudo que você vai consumir, pega a notinha que você vai ver o ICMS que você paga", afirmou. "Nós vamos diminuir o combustível da sua moto, do seu carro, a roupa que você veste", completou.
A promessa de redução de tributo estadual surge em um contexto em que o número de empresas ativas no Brasil tem oscilado. Segundo o IBGE, o total de empresas ativas no país passou de 213,4 milhões em 2025 para 214,2 milhões em 2026. A variação, porém, não é suficiente para indicar tendência consistente de crescimento, já que em 2024 o total foi de 212,5 milhões, abaixo do registrado em 2021, quando havia 213,3 milhões.
Joel afirmou que a meta é criar um ambiente favorável para que o comércio local não feche as portas. A caminhada no bairro Piçarreira faz parte da agenda de campanha do candidato, que busca apresentar suas propostas diretamente à população.
A redução do ICMS, se implementada, pode impactar o preço de itens de consumo básico, como combustível e vestuário. A medida, porém, depende de aprovação legislativa e de estudos de impacto fiscal, pontos que não foram detalhados pelo candidato durante o evento.