Iphan no Rio prorroga manutenção de elevadores por R$ 18 mil
A Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro prorrogou por mais 12 meses o contrato de manutenção de elevadores de suas dependências. O extrato do termo aditivo nº 2/2026 foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e prevê investimento total atualizado de R$ 18.000.
A resposta direta para quem acompanha o gasto público: o ajuste estende a vigência do contrato original nº 5/2024 até 10 de outubro de 2027, com validade iniciada em 10 de outubro de 2026. O documento foi assinado em 15 de setembro de 2026 e está vinculado ao processo administrativo nº 01500.002158/2022-60.
Quem presta o serviço é a Elevadores Ivimaia Ltda., registrada sob o CNPJ 05.531.749/0001-89. A empresa é a responsável técnica pelo funcionamento dos equipamentos nas dependências da superintendência fluminense da autarquia. A contratação nasceu do pregão nº 90001/2024, modalidade de licitação para bens e serviços comuns em que a disputa ocorre por lances sucessivos.
O procedimento foi registrado sob a UASG 343006, código que identifica a unidade compradora dentro do sistema de compras do Poder Executivo federal. Na prática, a manutenção de elevadores em prédios públicos é medida administrativa de rotina para garantir segurança e acessibilidade a servidores e usuários.
O Iphan é autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura, responsável pela preservação e divulgação do patrimônio material e imaterial do país. A manutenção da infraestrutura física, incluindo os sistemas de circulação vertical, sustenta o cumprimento das funções institucionais no Rio de Janeiro, estado que abriga parcela significativa do acervo histórico nacional.
O valor de R$ 18.000 corresponde ao montante total atualizado do contrato após este segundo aditivo. O acompanhamento dessas movimentações integra o controle de gastos dos órgãos federais, submetidos à fiscalização de órgãos de controle. Os dados estão disponíveis para consulta nos sistemas integrados do governo federal, como o Comprasnet 4.0, plataforma usada no processamento de licitações e contratos administrativos.
A reportagem está aberta à manifestação dos envolvidos. A tendência para os próximos meses é de continuidade do serviço até o fim da nova vigência, sem previsão na fonte de novo aditivo ou de nova licitação.