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Dia Mundial da Sepse: 178 mil casos em 20 anos no Brasil

ResumoA sepse, conhecida como infecção generalizada, atingiu cerca de 178.633 brasileiros nos últimos 20 anos, segundo o ILAS. Em 2025, foram registrados 4.096 óbitos por sepse e choque séptico no Brasil. O Dia Mundial da Sepse, em 13 de setembro, reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento rápido para reduzir a mortalidade.

Conhecida como infecção generalizada, a sepse atingiu cerca de 178.633 brasileiros nos últimos 20 anos, segundo o ILAS. Só em 2025, foram 4.096 óbitos por sepse e choque séptico. O Dia Mundial da Sepse, neste domingo (13), reforça diagnóstico precoce.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 11 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Dia Mundial da Sepse: 178 mil casos em 20 anos no Brasil

Conhecida como septicemia ou infecção generalizada, a sepse atingiu cerca de 178.633 brasileiros nos últimos 20 anos, segundo o ILAS, o Instituto Latino Americano de Sepse. Só em 2025, foram registrados cerca de 4.096 óbitos por sepse e choque séptico. O Dia Mundial da Sepse, lembrado neste domingo (13), existe para empurrar uma agenda que ainda tropeça no básico: diagnóstico precoce, prevenção e tratamento.

O que é a sepse, em uma frase

A sepse é uma condição grave desencadeada por uma resposta inflamatória exagerada do sistema imunológico depois de uma infecção causada por vírus e bactérias. Em vez de combater apenas o agente infeccioso, a resposta atinge o próprio corpo, provocando inflamação e disfunção nos órgãos.

Quando o quadro se agrava, entra a sepse grave: há danos em um ou mais órgãos, com prejuízos na função renal, cardíaca e alterações no sistema respiratório, entre outros. O estágio mais avançado é o choque séptico, popularmente chamado de infecção generalizada. Nesse caso, mesmo com o uso de remédios, a pressão sanguínea do paciente permanece baixa e a pressão arterial não é recuperada.

De onde vem e como se identifica

A sepse é causada pela infecção por diversas bactérias adquiridas em hospitais, que costumam aparecer nos pulmões, no abdômen ou no trato urinário. Diante de sintomas, o caminho indicado é procurar um médico infectologista. Nos hospitais, esse especialista geralmente também auxilia no tratamento.

Para identificação, além dos exames de rotina, são feitas coletas de sangue, urina e secreções que o paciente apresente.

Por que as primeiras horas pesam tanto

As primeiras horas de tratamento são as mais importantes. Os pacientes são submetidos a antibióticos de forma endovenosa para corrigir os distúrbios do fluxo sanguíneo. Quando os remédios não bastam para melhorar o quadro, o indicado é usar uma medicação capaz de manter a pressão arterial e a perfusão adequadas, como a noradrenalina. Esses pacientes devem ser tratados em UTIs, unidades de terapia intensiva.

O alerta do Dia Mundial da Sepse segue o mesmo: reconhecer cedo muda o desfecho. infecção hospitalar

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