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Consórcio Bus+ pode perder concessão de ônibus na região de Campinas

ResumoO Consórcio Bus+ enfrenta processo administrativo instaurado pela Artesp, com risco de caducidade da concessão de ônibus intermunicipais na região de Campinas. A fiscalização, iniciada em março de 2026, motivou a ação que pode resultar na perda do contrato. A decisão final depende da análise do processo pela agência reguladora.

A Artesp instaurou processo administrativo contra o Consórcio Bus+, que opera ônibus intermunicipais na região de Campinas, após fiscalização desde março de 2026. O caso pode levar à caducidade do contrato, com perda da concessão.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Consórcio Bus+ pode perder concessão de ônibus na região de Campinas

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) instaurou processo administrativo contra o Consórcio Bus+, responsável pelas linhas de ônibus intermunicipais na região de Campinas (SP), após identificar irregularidades na operação. A fiscalização ocorre desde março de 2026 e pode levar à caducidade do contrato, medida que prevê a perda da concessão. Procurado pelo g1, o Consórcio Bus+ não quis comentar o caso.

Segundo a Artesp, o processo foi aberto por descumprimento contratual e não apresentação de plano de melhoria por parte do consórcio. A agência afirma que a medida pode resultar em caducidade, conforme a previsão contratual e o anexo de penalidades.

O procedimento acontece em meio a reclamações de passageiros da Região Metropolitana de Campinas (RMC) sobre atrasos, superlotação, redução de horários e falhas operacionais nas linhas administradas pelo Consórcio Bus+.

A fiscalização vistoriou 100% da frota e acompanhou indicadores como condições dos veículos, cumprimento de horários e lotação das linhas. No site oficial, o Consórcio Bus+ destaca que a frota de 408 ônibus realiza 130 mil viagens por mês pelos corredores da RMC, atendendo, em média, 3,2 milhões de passageiros.

Quem usa as linhas de Hortolândia e Sumaré, por exemplo, sente na pele os atrasos relatados. A decisão final sobre a concessão cabe à Artesp, que segue analisando o processo. Enquanto isso, os passageiros seguem convivendo com os problemas apontados na fiscalização.

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