Como um carrinho de pipoca virou rede que fatura R$ 150 mil por mês
Com R$ 2 mil iniciais, Adenilson Santos comprou uma barraquinha e transformou um carrinho de pipoca em rede de lojas que fatura R$ 150 mil por mês no Rio. Inovação nos sabores foi o diferencial.
Como um carrinho de pipoca virou uma rede que fatura R$ 150 mil por mês
Quem passa pela Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, dificilmente resiste ao aroma da pipoca. Em meio aos teatros, cinemas e apresentações culturais, o tradicional carrinho ganhou um novo significado para o empreendedor Adenilson Santos. O que começou como uma pequena operação se transformou em uma rede de lojas e carrinhos licenciados que hoje fatura cerca de R$ 150 mil por mês.
Adenilson Santos investiu R$ 2 mil em uma barraquinha de pipoca e, com inovação nos sabores, transformou o negócio em rede de lojas e carrinhos licenciados que fatura cerca de R$ 150 mil por mês no centro do Rio de Janeiro.
O começo modesto com R$ 2 mil
A história começou de forma modesta. Com um investimento inicial de R$ 2 mil, Adenilson comprou uma barraquinha de um vendedor que acreditava não haver potencial comercial no ponto. No primeiro dia de trabalho, vendeu apenas R$ 25 em pipocas.
Mesmo assim, decidiu persistir e investir em um diferencial para conquistar clientes. A estratégia foi apostar na inovação.
A virada com sabores inusitados
Em vez de oferecer apenas os sabores tradicionais, o empreendedor passou a criar combinações inusitadas. Hoje, o cardápio reúne cerca de 30 opções, entre elas pipoca de camarão, b
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Lições do caso Adenilson Santos
O exemplo de Adenilson mostra que persistência e diferenciação podem transformar um pequeno carrinho em rede lucrativa. O faturamento de R$ 150 mil mensais veio de uma aposta em sabores que fogem do comum.
Perguntas Frequentes
Quanto Adenilson Santos investiu inicialmente?
R$ 2 mil.
Qual foi o faturamento no primeiro dia?
Apenas R$ 25.
Quantas opções de sabores o cardápio tem hoje?
Cerca de 30 opções, incluindo pipoca de camarão.
Onde fica o ponto de partida do negócio?
Na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro.
O negócio virou rede?
Sim, hoje é uma rede de lojas e carrinhos licenciados.