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Alvo de tarifaço: Brasil e superávit recorde para os EUA

O Brasil, alvo de tarifas impostas pelos EUA, acumula um déficit de 144 bilhões de dólares em quatro décadas de comércio. Veja como isso impacta a economia brasileira.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 27 de julho de 2026 · 1 min de leitura
Alvo de tarifaço: Brasil e superávit recorde para os EUA

Alvo de tarifaço, Brasil é há décadas fonte de superávit recorde para os EUA

O governo brasileiro rechaça a decisão dos EUA de impor uma tarifa de 12,5% e menciona a possibilidade de reciprocidade. O Brasil, ao longo de quatro décadas de comércio de bens com os Estados Unidos, acumula um déficit de 144 bilhões de dólares (R$ 734 bilhões). Essa balança comercial, portanto, favorece Washington, que obteve saldo positivo em 26 dos 41 anos da série histórica disponibilizada pelo Departamento do Censo dos EUA.

Impacto na balança comercial

Ao considerar bens e serviços, os EUA lucraram 480 bilhões de dólares (R$ 2,4 trilhões) com o Brasil entre 2000 e 2025, conforme dados do Departamento de Análise Econômica (BEA) dos EUA. Apesar desse superávit, o país norte-americano impôs uma nova tarifa de 25% contra as exportações brasileiras, além de uma taxa de 12,5% sob a alegação de falha no combate ao trabalho escravo.

Desequilíbrio comercial

Durante uma sabatina no Senado americano, a questão do desequilíbrio comercial que favorece os Estados Unidos foi levantada. O impacto dessas tarifas e do déficit acumulado afeta diretamente a economia brasileira e a relação comercial entre os dois países. A situação exige atenção das autoridades brasileiras e um posicionamento firme frente a essas medidas protecionistas.

Considerações finais

A relação comercial entre Brasil e EUA continua a ser complexa, marcada por superávits americanos e déficits brasileiros. O governo brasileiro busca alternativas para lidar com essas tarifas e garantir um comércio mais equilibrado.

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