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78,7% das escolas públicas têm conexão adequada, diz MEC

ResumoO Ministério da Educação (MEC) registrou que 78,7% das 138.086 escolas públicas monitoradas possuem conectividade adequada. A energia elétrica é o item com melhor cobertura, enquanto internet e Wi-Fi apresentam defasagens regionais. O levantamento aponta necessidade de investimentos para universalizar o acesso digital nas instituições de ensino básico do país.

78,7% das 138.086 escolas públicas monitoradas pelo MEC têm conectividade adequada. Energia lidera; internet e Wi-Fi ainda têm lacunas. Veja o cenário.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
78,7% das escolas públicas têm conexão adequada, diz MEC

O Ministério da Educação (MEC) informou que 78,7% das 138.086 escolas públicas de educação básica monitoradas alcançaram níveis adequados de conectividade. O levantamento, atualizado em julho, reúne unidades de todos os estados e avalia energia elétrica, velocidade da internet e cobertura de Wi-Fi para medir as condições de uso da tecnologia no ensino.

Segundo os dados do MEC, a energia elétrica é o item com maior índice de adequação: 98,9% das escolas contam com estrutura elétrica dentro dos critérios definidos. A internet apresenta cenário diferente. O levantamento aponta que 79,7% das unidades têm velocidade considerada suficiente para atividades pedagógicas. Já a cobertura de Wi-Fi atende aos parâmetros em 80,7% das escolas monitoradas.

Os números fazem parte do painel da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), criado pelo MEC para acompanhar a infraestrutura de internet nas redes públicas de ensino. O levantamento não considera apenas a existência de internet na escola. A análise reúne diferentes aspectos da estrutura necessária para que alunos e profissionais possam utilizar recursos digitais nas atividades educacionais.

O MEC observa três pontos principais: a disponibilidade de energia elétrica adequada, a velocidade da conexão com a internet e a cobertura da rede Wi-Fi dentro da unidade. A coleta dos dados ocorreu entre abril e maio deste ano. As escolas e redes de ensino participaram do processo por meio do Sistema Integrado de Monitoramento e Controle (Simec).

Para as famílias, o cenário indica que, embora a maioria das escolas tenha estrutura básica, ainda há lacunas na velocidade e na cobertura sem fio, o que pode afetar o uso de ferramentas digitais em sala de aula. A comparação com os 98,9% de energia mostra que o desafio não está na infraestrutura elétrica, mas na qualidade da conexão oferecida.

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