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Candidatos à Presidência 2026: quem são os 13

ResumoA eleição presidencial brasileira de 2026 terá 13 candidatos registrados em outubro. Pablo Marçal, embora inelegível até 2030, obteve reversão de um caso no TRE-SP, mantendo sua candidatura ativa. A lista completa inclui nomes de diferentes espectros políticos, e a situação jurídica de Marçal pode influenciar diretamente a decisão dos eleitores.

Em outubro, 13 candidatos disputam a Presidência. Pablo Marçal está inelegível até 2030, mas o TRE-SP reverteu um caso. Veja a lista completa e como isso afeta sua decisão.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Candidatos à Presidência 2026: quem são os 13

Em outubro, os brasileiros vão às urnas para escolher o próximo presidente da República, que ocupará o cargo por quatro anos. Além do chefe do Executivo, cada eleitor fará outras cinco escolhas: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores e governador. No TSE (Tribunal Superior Eleitoral), estão registrados 13 candidatos ao Palácio do Planalto: Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Escritor Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Lula (PT), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Zema (Novo).

Apesar de listado na Justiça Eleitoral, Pablo Marçal está inelegível até 2030. Nesta semana, o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) reverteu um dos casos de inelegibilidade do empresário, mas ainda há dois processos em andamento, com recursos que precisam ser analisados pela Corte Eleitoral.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Se houver segundo turno, ele ocorre em 25 do mesmo mês. Para o eleitor do interior de Minas, a lista de candidatos significa que a decisão vai além do nome: é preciso conferir a situação de cada um na Justiça Eleitoral antes de confirmar o voto. Como morador da roça, sei que quem vive da terra não pode errar na urna, ainda mais com tantos nomes novos na disputa.

A presença de candidatos como Zema e Caiado, conhecidos no agro, mostra que o interior também é Minas e tem voz no Planalto. Mas o que a comunidade espera, após as eleições, é que o próximo presidente olhe para a estiagem e para o pequeno produtor com a mesma atenção que dá aos grandes centros. A seca não é notícia só quando vira tragédia, e o voto de outubro é a chance de cobrar isso por quatro anos.

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