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Por que Diana segue relevante 29 anos após sua morte

ResumoDiana, Princesa de Gales, permanece uma figura central na cultura pop 29 anos após sua morte em 1997. O legado de Diana persiste por meio de influência na moda, filmes e publicações. Em 2026, uma exposição dedicada e um livro do irmão, Charles Spencer, reforçam a relevância contínua da princesa.

Diana morreu em 1997, mas segue viva na cultura pop. Moda, cinema e livros mantêm seu legado. Em 2026, exposição e livro do irmão reforçam essa presença.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 31 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Por que Diana segue relevante 29 anos após sua morte

Em 31 de agosto de 1997, Diana, Princesa de Gales, morreu aos 36 anos após um acidente de carro em Paris. Ela já era, então, uma figura global, reconhecida muito além da monarquia. Vinte e nove anos depois, sua imagem segue presente na cultura pop: está em séries, filmes, livros, documentários e até memes. Em 2026, novos exemplos mostram esse interesse: uma exposição em novembro reunirá mais de 700 itens, e seu irmão, Charles Spencer, lança em setembro "Swan Song: Diana, My Sister".

Parte da resposta está no guarda-roupa. Diana deixou imagens facilmente reconhecíveis: o vestido de noiva com cauda de quase oito metros, o suéter de ovelhas, os shorts de ciclismo, o vestido preto pós-separação e o corte curto. Nos anos 1980, ela usava um estilo romântico, de conto de fadas. Com o tempo, passou a adotar blazers oversized, jeans, moletons, bonés e tênis. Foi esse visual casual que conquistou a geração Z. Moletons com shorts de ciclismo, dos anos 1990, viraram referência. O suéter vermelho com ovelhas, usado em 1981, foi vendido por US$ 1,14 milhão em leilão da Sotheby's em 2023. Em 2020, a Rowing Blazers relançou a peça em parceria com a Warm & Wonderful, na coleção "Diana Edition".

Nenhuma roupa simboliza melhor a transformação em ícone pop que o "vestido da vingança": preto, curto, de ombros à mostra, usado em junho de 1994, na noite em que Charles admitiu infidelidade. O visual passou a representar independência e recomeço.

O cinema e a TV também apresentam Diana a quem nasceu depois. Em "The Crown", ela foi interpretada por Emma Corrin e Elizabeth Debicki. Kristen Stewart viveu a princesa em "Spencer" (2021), com indicação ao Oscar. Naomi Watts fez o papel em "Diana" (2013). Documentários como "Diana: In Her Own Words" (2017) e "The Princess" (2022) revisitaram sua vida. Uma série documental, "Diana: The Unheard Truth", com previsão para 31 de agosto de 2027, usará gravações inéditas.

A bibliografia também cresce. "Diana: Her True Story", de Andrew Morton (1992), revelou aspectos privados. O livro de Charles Spencer, em setembro, revisita a infância dos dois e a semana da morte. Diana foi observada como estrela pop antes das redes sociais, e essa relação com a fama explica sua permanência. Para quem quer revisitar sua história, a exposição de novembro é um próximo passo.

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