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Marcha das Mulheres Negras em Belém: direitos e democracia nas ruas

ResumoA 11ª Marcha das Mulheres Negras em Belém reuniu manifestantes na Praça da República neste sábado (25) para defender direitos, democracia e maior participação política. O ato ocupou ruas do centro da capital paraense, reivindicando pautas antirracistas e de gênero.

A 11ª Marcha das Mulheres Negras em Belém ocupou as ruas do centro da capital paraense neste sábado (25), reunindo manifestantes na Praça da República em defesa de direitos, democracia e maior participação política.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 27 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Marcha das Mulheres Negras em Belém: direitos e democracia nas ruas

A 11ª Marcha das Mulheres Negras em Belém ocupou as ruas do centro da capital paraense neste sábado (25). O ato, que marcou o encerramento de um mês inteiro de mobilizações e debates contra o racismo, reuniu manifestantes no entorno da Praça da República para defender direitos, democracia e maior participação política.

A concentração começou logo cedo, às 9h, em frente ao Quilombo da República (QR). De lá, as participantes seguiram em caminhada contornando a praça e retornaram ao ponto de partida, em um ato que uniu gerações, movimentos sociais e manifestações culturais.

Neste ano, a mobilização trouxe como tema "Ancestralidade: um projeto de futuro que se faz agora". De acordo com a organização, a proposta foi convidar a sociedade a reconhecer o legado histórico das mulheres negras na construção da Amazônia, além de provocar um debate sobre o papel delas na política e na democracia.

O que motivou a marcha

A marcha encerrou um mês de atividades que incluíram rodas de conversa, oficinas e atos culturais. O foco principal foi denunciar o racismo estrutural e cobrar mais espaço para mulheres negras nos espaços de poder.

Como foi o percurso

As manifestantes se reuniram no Quilombo da República (QR), ponto de encontro histórico de movimentos sociais em Belém. A caminhada contornou a Praça da República e retornou ao ponto de partida, simbolizando a circularidade da luta.

A força da ancestralidade

O tema "Ancestralidade: um projeto de futuro que se faz agora" buscou conectar as gerações passadas com as demandas atuais. Para a organização, reconhecer o legado das mulheres negras na Amazônia é essencial para construir um futuro mais justo.

Perguntas Frequentes

Quando aconteceu a 11ª Marcha das Mulheres Negras em Belém?

A marcha ocorreu neste sábado (25), com concentração às 9h.

Onde foi a concentração?

Em frente ao Quilombo da República (QR), na Praça da República.

Qual foi o tema da marcha?

O tema foi "Ancestralidade: um projeto de futuro que se faz agora".

Quem organizou o ato?

A organização foi das Mulheres Negras Amazônidas, responsáveis pela mobilização.

O que a marcha reivindicou?

Direitos, democracia, maior participação política e o fim do racismo.

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