Cornélio Pires: pioneiro da música caipira em disco de vinil
Cornélio Pires, 142 anos, não foi só jornalista e escritor. Ele foi pioneiro ao gravar a primeira música caipira em disco de vinil no Brasil, segundo historiadores, e levou shows pelo interior de SP, transformando o gênero em patrimônio cultural.
Cornélio Pires, que nasceu em 13 de julho de 1884, completaria 142 anos em 2026. O g1, em série de reportagens, mostra a vida do artista que não se limitou ao jornalismo e à literatura. Ele foi pioneiro ao gravar músicas caipiras em disco de vinil, o primeiro a fazer isso no Brasil, segundo historiadores, e levou shows pelo interior de São Paulo.
O talento de Cornélio Pires como comunicador é incontestável. Além de se destacar como jornalista em grandes coberturas e de aproximar a literatura do cotidiano do brasileiro no início do século XX, o artista nascido em Tietê (SP) também exerceu forte influência na música brasileira. A influência foi tão grande que, segundo historiadores, Cornélio Pires é considerado o primeiro artista a gravar uma música caipira em disco no Brasil.
Para celebrar o legado de Cornélio Pires, o g1 mostra, nesta terceira e última reportagem da série sobre os diferentes lados do artista, como ele ajudou a transformar a música caipira em patrimônio cultural do país.
Pedro Massa, presidente do Instituto Cornélio Pires em Tietê, conta que a "veia artística", na verdade, é uma teia familiar. O cantor possui relação direta com Tarsi.
Perguntas Frequentes
Quem foi Cornélio Pires?
Cornélio Pires foi jornalista, escritor e pioneiro da música caipira, nascido em Tietê (SP) em 13 de julho de 1884.
Qual foi a contribuição de Cornélio Pires para a música?
Ele é considerado o primeiro artista a gravar uma música caipira em disco no Brasil, segundo historiadores.
Onde Cornélio Pires nasceu?
Ele nasceu em Tietê, interior de São Paulo.
O que é o Instituto Cornélio Pires?
É uma instituição em Tietê que preserva o legado do artista, presidida por Pedro Massa.
Cornélio Pires influenciou a cultura brasileira?
Sim, ele ajudou a transformar a música caipira em patrimônio cultural do país.