CRV Industrial promove ação do Agosto Lilás em Capinópolis
A CRV Industrial promoveu, nesta quarta-feira (19), uma ação especial do Agosto Lilás em sua unidade de Capinópolis. A iniciativa reuniu colaboradoras e colaboradores para um momento de conscientização, informação e diálogo sobre a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher.
Realizado no auditório da empresa, o encontro contou com a participação da advogada Marília Vieira, da assistente social Caroline França e da psicóloga Tayane Coelho, além de representantes da 213ª subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Capinópolis, entre eles o presidente Edward Sales.
A programação foi desenvolvida com o apoio da equipe de Desenvolvimento Social e abordou as diferentes formas de violência contra a mulher, com destaque para a Lei Maria da Penha e os mecanismos existentes para prevenção, combate, monitoramento e proteção das vítimas. A atividade também ressaltou a importância da rede de apoio existente em Capinópolis e da criação de espaços seguros para que as mulheres possam falar, buscar orientação e receber acolhimento.
Durante a campanha, colaboradoras da CRV Industrial participaram ainda de uma ação simbólica contra a violência psicológica. Elas exibiram cartazes com frases abusivas, como "Você não sabe fazer nada direito", "Você é sempre o problema", "Ninguém aguenta seu jeito" e "Sem mim, você não seria ninguém". Na sequência, as mensagens foram rasgadas e descartadas, reforçando que humilhação, controle e desvalorização não devem ser aceitos como demonstrações de amor.
Além das ações de conscientização, a CRV Industrial destacou os canais internos destinados a dar voz e acolhimento aos seus colaboradores. Situações que necessitem de orientação ou encaminhamento podem ser comunicadas ao departamento de Recursos Humanos ou à Ouvidoria, pelo telefone 0800 606 6015.
A ação em Capinópolis reforça o papel das empresas na construção de ambientes seguros. Quando a violência é discutida abertamente, com apoio de especialistas e canais claros de denúncia, o impacto vai além do muro da fábrica: chega às famílias e à comunidade. Para os próximos meses, a tendência é que iniciativas como essa se repitam, ampliando a rede de proteção local.