Votar com responsabilidade: consciência e cidadania
Votar com responsabilidade é mais do que cumprir uma obrigação legal. Trata-se de um exercício de cidadania e de participação do cidadão na democracia, segundo a psicóloga Lenira Rocha Peres Mercadante, autora do artigo publicado na Tribuna Livre. Quando o eleitor vota, manifesta o que deseja para sua cidade, seu estado e seu país: saúde, educação, segurança, entre outras áreas.
A escolha, portanto, não deve ser feita por tradição, simpatia, propagandas ou favores recebidos. A autora é categórica: não se negocia a escolha. Quando se vende o voto, a democracia perde força. Voto não é mercadoria, e sim consciência, liberdade e esperança de um futuro melhor. Mais do que um direito individual, é uma responsabilidade coletiva.
O peso da escolha e o contexto atual
A importância, o valor e a responsabilidade de votar exigem do eleitor profunda reflexão, sabedoria e conhecimento. É preciso conhecer o candidato, seus valores e seus trabalhos anteriores. Dependendo da escolha, as consequências recairão sobre o povo e o país, que já atravessa momentos difíceis, agravados por tragédias causadas pelo aquecimento global, violências, corrupção e um mundo carente de amor e paz.
A autora também aborda o avanço da inteligência artificial. Para ela, a IA nada contra, mas o homem foi criado para conduzir o mundo e não ser dominado por ela. A escolha, defende, deve ser para melhor, com consciência, informação e liberdade.
O que está em jogo
O artigo encerra com um apelo: que a luz divina ilumine a escolha para que o voto eleja candidatos comprometidos com a justiça social, a verdade e o bem comum. A reflexão proposta por Lenira Rocha Peres Mercadante, psicóloga, reforça que votar com responsabilidade é um ato que transcende o indivíduo e alcança toda a coletividade.
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