Comunidade

Votar com responsabilidade: consciência e cidadania

ResumoO voto consciente é um instrumento de transformação social que exige do eleitor análise crítica de propostas, histórico e coerência partidária dos candidatos. A escolha responsável nas urnas impacta diretamente políticas públicas de saúde, educação e segurança, tornando a cidadania ativa um dever ético com o futuro coletivo da cidade, do estado e do país.

Votar com responsabilidade é mais do que cumprir uma obrigação legal. É exercício de cidadania que exige reflexão, conhecimento do candidato e consciência coletiva sobre o futuro da cidade, do estado e do país.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 12 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Votar com responsabilidade: consciência e cidadania

Votar com responsabilidade é mais do que cumprir uma obrigação legal. Trata-se de um exercício de cidadania e de participação do cidadão na democracia, segundo a psicóloga Lenira Rocha Peres Mercadante, autora do artigo publicado na Tribuna Livre. Quando o eleitor vota, manifesta o que deseja para sua cidade, seu estado e seu país: saúde, educação, segurança, entre outras áreas.

A escolha, portanto, não deve ser feita por tradição, simpatia, propagandas ou favores recebidos. A autora é categórica: não se negocia a escolha. Quando se vende o voto, a democracia perde força. Voto não é mercadoria, e sim consciência, liberdade e esperança de um futuro melhor. Mais do que um direito individual, é uma responsabilidade coletiva.

O peso da escolha e o contexto atual

A importância, o valor e a responsabilidade de votar exigem do eleitor profunda reflexão, sabedoria e conhecimento. É preciso conhecer o candidato, seus valores e seus trabalhos anteriores. Dependendo da escolha, as consequências recairão sobre o povo e o país, que já atravessa momentos difíceis, agravados por tragédias causadas pelo aquecimento global, violências, corrupção e um mundo carente de amor e paz.

A autora também aborda o avanço da inteligência artificial. Para ela, a IA nada contra, mas o homem foi criado para conduzir o mundo e não ser dominado por ela. A escolha, defende, deve ser para melhor, com consciência, informação e liberdade.

O que está em jogo

O artigo encerra com um apelo: que a luz divina ilumine a escolha para que o voto eleja candidatos comprometidos com a justiça social, a verdade e o bem comum. A reflexão proposta por Lenira Rocha Peres Mercadante, psicóloga, reforça que votar com responsabilidade é um ato que transcende o indivíduo e alcança toda a coletividade.

O texto integra a seção Tribuna Livre, espaço de livre circulação de ideias mantido pelo jornal, que respeita a pluralidade de opiniões. Artigos para a seção são recebidos por e-mail e, na versão impressa, devem ter no máximo 30 linhas, com identificação do autor e telefone de contato.

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