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Thor Dantas defende cooperativismo no Acre para ampliar produção e exportações

ResumoThor Dantas, candidato ao governo do Acre pelo PSB, defendeu o cooperativismo como estratégia para organizar pequenos produtores e ampliar a participação do estado nas exportações. A declaração foi feita durante reunião com funcionários de uma cooperativa em Rio Branco, onde o político apresentou a proposta como alternativa para fortalecer a produção local.

Em reunião com funcionários de uma cooperativa em Rio Branco, o candidato ao governo do Acre Thor Dantas (PSB) defendeu o cooperativismo como estratégia para organizar pequenos produtores e ampliar a participação do estado nas exportações.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 10 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Thor Dantas defende cooperativismo no Acre para ampliar produção e exportações

O candidato ao governo do Acre Thor Dantas (PSB) defendeu, nesta quinta-feira (10), o fortalecimento do cooperativismo como uma das estratégias para desenvolver a economia do estado. A declaração foi feita durante uma reunião com funcionários de uma cooperativa, em Rio Branco. A Rede Amazônica acompanhou parte da agenda do candidato.

Segundo Thor Dantas, as cooperativas ajudam a organizar a produção de pequenos produtores e agricultores familiares, permitindo que eles atuem de forma conjunta em cadeias produtivas maiores. Na avaliação dele, essa organização é o que dá escala a quem produz sozinho e sustenta a presença do Acre em mercados mais amplos.

O candidato citou produtos como castanha, frutas e carnes de suínos e aves entre os itens produzidos no estado. Afirmou ainda que a participação do Acre nas exportações tem crescido e relacionou parte desse resultado à organização dos produtores por meio do cooperativismo. Não foram divulgados números, percentuais ou valores de exportação durante a agenda.

O que isso muda para quem vive do campo

Para famílias que dependem da agricultura familiar, o cooperativismo costuma funcionar como porta de acesso a compradores maiores, a crédito e a assistência técnica. A lógica é simples: um produtor isolado raramente consegue volume para atender um contrato de exportação, enquanto um grupo organizado consegue. É nesse ponto que a proposta citada pelo candidato toca a rotina de quem planta e cria no interior.

O tema também interessa a trabalhadores de cooperativas, que veem na ampliação de mercados uma possibilidade de mais atividade e renda. A agenda ocorreu em Rio Branco e teve como público funcionários de uma cooperativa local, segundo a Rede Amazônica.

O que acompanhar daqui pra frente

A defesa do cooperativismo como política de governo ainda é uma sinalização de campanha. Para virar efeito prático, depende de como a proposta seria desenhada: linhas de crédito, compras públicas, assistência técnica e canais de comercialização. O eleitor do setor produtivo tende a observar se o discurso se traduz em acesso concreto a esses instrumentos.

Quem quiser acompanhar a agenda do candidato pode consultar os canais oficiais da campanha e a cobertura da Rede Amazônica, que registrou parte do encontro.

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