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Filha de casal que tentou engravidar era o último embrião congelado

ResumoNúbia Bernaldo, de Goiânia, teve a filha nascida em outubro de 2025 após 15 anos de tentativas e 19 perdas gestacionais. A criança era o último embrião congelado do casal. O nascimento encerra um longo processo de fertilização in vitro com múltiplos ciclos frustrados. A história documenta a persistência médica e emocional até o desfecho bem-sucedido.

Após 15 anos de tentativas e 19 perdas, a filha de Núbia Bernaldo, de Goiânia, nasceu em outubro de 2025: era o último embrião congelado do casal.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 02 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Filha de casal que tentou engravidar era o último embrião congelado

A filha da psicóloga Núbia Bernaldo, moradora de Goiânia, nasceu em outubro de 2025, após 15 anos de tentativas de gravidez. A menina, chamada Ana Vitória, era o último embrião congelado do casal, resultado de um longo processo de fertilização in vitro (FIV) que começou em 2010.

Em entrevista ao g1, Núbia contou que filmou a reação do marido ao descobrir a gravidez. "Eu senti que era o momento de implantar. E finalizar o processo. E, para a honra e glória, veio a nossa Ana Vitória", disse. A "finalização" se refere à trajetória que, entre 2010 e 2025, somou 19 perdas, entre tentativas naturais e procedimentos de FIV.

Para quem enfrenta a infertilidade, a história traz um ponto prático: o congelamento de embriões permite acumular tentativas ao longo dos anos, mas cada ciclo reduz o número de embriões disponíveis. No caso do casal, Ana Vitória era o último. A espera, que parecia não ter fim, terminou com o nascimento da bebê.

Núbia, que já compartilhou vários posts sobre a filha e a espera no Instagram, resumiu o sentimento: "Por muitos anos, esse momento existiu apenas nos nossos sonhos. Foram anos de tentativas, expectativas". A reação do marido, registrada em vídeo, emocionou a web e trouxe visibilidade para quem vive a mesma jornada.

A orientação para famílias em situação parecida é buscar acompanhamento médico especializado em reprodução assistida, que pode orientar sobre quantos embriões congelar e quando implantar. Cada caso é único, e o suporte emocional, como o de Núbia, também faz parte do processo.

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