Caminhoneiro confundido com criança: empresa achou que era trote
A aparência jovial do caminhoneiro Gabriel Allan Rodrigues, de 20 anos, que viralizou após ser confundido com uma criança pela Polícia Militar em Santa Catarina, também virou um desafio na hora de conseguir emprego. A empresa onde ele trabalha como motorista revelou ao g1 que, no início, achou que a candidatura dele à vaga era um trote.
Gabriel foi contratado há cerca de um mês pela transportadora de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. Na época da seleção, ao receber o contato do jovem em um aplicativo de mensagens, o responsável pelo recrutamento desconfiou da foto de perfil dele. "Quando ele se candidatou à vaga, a princípio achei que a foto de perfil do WhatsApp seria do filho do candidato", afirmou o responsável.
A abordagem da PM, que viralizou, não foi o único perrengue que o jovem coleciona por causa da aparência. "Falaram que tenho 10 anos", disse Gabriel, que viu a situação ganhar repercussão nacional. Apesar dos episódios, o caminhoneiro afirma que a experiência na nova função "está sendo um sonho realizado".
Para famílias que acompanham a história, o caso mostra como a aparência pode influenciar até a vida profissional. A contratação de Gabriel, mesmo após a desconfiança inicial, reforça a importância de dar chance a quem busca espaço no mercado de trabalho. A transportadora, por sua vez, confirmou que o jovem segue atuando normalmente na função de motorista.