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Viúva, sem filhos e reservada: quem era a idosa achada morta em JP

ResumoMagna Flora Carvalho da Fonseca, idosa de 78 anos encontrada morta em avançado estado de decomposição no Bairro dos Estados, em João Pessoa, foi identificada como viúva, sem filhos e de perfil reservado. A perícia inicial indica que a morte ocorreu há pelo menos um ano. As circunstâncias do óbito seguem sob investigação pelas autoridades paraibanas.

A idosa encontrada em avançado estado de decomposição no Bairro dos Estados, em João Pessoa, foi identificada como Magna Flora Carvalho da Fonseca, de 78 anos. Perícia inicial aponta que ela estava morta há pelo menos um ano.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 03 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Viúva, sem filhos e reservada: quem era a idosa achada morta em JP

A idosa encontrada em avançado estado de decomposição dentro de casa, no Bairro dos Estados, em João Pessoa, foi identificada como Magna Flora Carvalho da Fonseca, de 78 anos. A informação é do Instituto de Polícia Científica (IPC). Conforme a perícia inicial, a mulher estava morta há pelo menos um ano.

Quem era Magna Flora? Natural de Cuité, no Agreste da Paraíba, ela morava na capital desde a adolescência. A mulher, que era surda, era viúva e não teve filhos. De acordo com uma prima de segundo grau, Ana Cláudia, que não reside em João Pessoa, Magna Flora era independente, mas tinha uma vida reservada. "Era uma pessoa lúcida, esclarecida, movimentava o banco, dirigia, só não gostava de conviver com pessoas, porque foi a maneira como ela foi criada."

A prima informou que Magna Flora tinha dois irmãos vivos, com os quais não mantinha contato. Ela sobrevivia de uma pensão deixada pelo pai, já falecido, que era coletor fiscal. Após a morte do companheiro, a idosa passou a viver sem água e luz elétrica, mas evitava contato com familiares e não tinha funcionários. "Ela morava sem água e sem luz, ela se alimentava fora, juntava aquelas garrafas que ela bebia e tomava banho. Ela deveria lavar alguma roupa, mas aí ela não queria ajuda nem contato com ninguém."

Nesta quarta-feira (2), Flávio Fabres, do IPC, informou que o corpo não apresentava sinais de violência. A causa da morte ainda não foi identificada, e exames adicionais foram solicitados. Os irmãos da idosa devem providenciar o resgate do corpo.

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