CapaCidade
Cidade

Tremor de terra de magnitude 3,7 atinge Sandolândia, no Tocantins

ResumoO tremor de terra de magnitude 3,7 em Sandolândia, no Tocantins, foi registrado na manhã de quinta-feira (4) pelo Centro de Sismologia da USP. O abalo, ocorrido na região sul do estado, não oferece grandes riscos à população, conforme avaliação de especialista. A ocorrência sísmica foi detectada sem danos significativos relatados.

Um tremor de terra de magnitude 3,7 foi registrado em Sandolândia, na região sul do Tocantins, na manhã de quinta-feira (4). O abalo foi detectado pelo Centro de Sismologia da USP e, segundo especialista, não oferece grandes riscos à população.

Daniele Xavier
Daniele Xavier Repórter de Cidades · 07 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Tremor de terra de magnitude 3,7 atinge Sandolândia, no Tocantins

Na manhã de quinta-feira (4), moradores de Sandolândia, na região sul do Tocantins, sentiram um leve tremor de terra. O abalo, de magnitude 3,7, foi registrado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), às 8h45, com latitude de 12.68°S e longitude de 50.46°W.

Segundo o relatório do centro, o tremor ocorreu em uma área pouco povoada. Apesar do susto, o sismólogo José Alexandre Nogueira, do Centro de Sismologia da USP, explicou que abalos dessa magnitude não trazem grandes riscos. "Ainda mais na região que ocorreu, que não é densamente povoada. Então, geralmente essa magnitude ali, se você estiver muito próximo, você vai sentir casas, tem cílios domésticos tremendo, mas ele não tem energia suficiente para, por exemplo, destruir um edifício ou colapsar alguma construção", disse.

O especialista destacou que o tremor foi percebido por alguns moradores, mas não há relatos de danos. Em maio deste ano, outro tremor já havia sido registrado na região, segundo o g1.

Para quem mora em áreas sujeitas a abalos, a orientação é manter a calma e, em caso de tremor mais forte, buscar abrigo sob móveis resistentes. Em Sandolândia, a Defesa Civil local pode ser acionada para orientações. O Centro de Sismologia da USP segue monitorando a atividade sísmica na região.

// Leia também

Publicidade