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Técnico acusado de assédio na Uespi é afastado após protesto

ResumoA Universidade Estadual do Piauí (Uespi) afastou um técnico administrativo do campus de Floriano após denúncia de assédio contra uma aluna. A medida ocorreu em resposta a protesto de estudantes e professores. A instituição não detalhou a natureza do assédio nem o prazo do afastamento. O caso segue sob apuração interna.

Técnico administrativo da Uespi é afastado após denúncia de assédio contra aluna no campus de Floriano. Protesto de estudantes e professores levou à medida.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Técnico acusado de assédio na Uespi é afastado após protesto

Um técnico administrativo da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) foi afastado após denúncia de assédio contra uma aluna no campus Dra. Josefina Demes, em Floriano, no Sul do estado. O caso motivou protesto de estudantes e professores na manhã desta sexta-feira (4) na instituição.

A Administração Superior da Uespi informou, em nota, que determinou o afastamento imediato do servidor e a instauração de uma sindicância para apurar os fatos.

Segundo Tatiana Gonçalves, professora do curso de História da universidade, a estudante relatou que o servidor teria tocado o rosto dela e a chamado para sair enquanto ela estava dentro da biblioteca.

"Ele assediou uma aluna dentro da biblioteca, chegou a tocar no rosto dela, chamou ela para sair... E não é o primeiro caso. Ele usa essa estratégia de chegar primeiro nas ingressantes, porque não conhecem, não sabem o histórico dele. Mas ele já assediou professoras também", afirmou a professora ao g1.

A professora afirmou ainda que situações semelhantes já teriam ocorrido anteriormente e que, segundo ela, não haviam resultado na abertura de processos administrativos para investigar as denúncias.

A identidade do servidor não foi revelada. A universidade ainda não divulgou prazo para a conclusão da sindicância.

Para famílias com jovens ingressando na universidade, a orientação é que os estudantes procurem os canais oficiais da instituição para relatar qualquer situação de constrangimento ou assédio dentro do campus.

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