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Jovem de 29 anos morre baleado em operação da PM em Itaguara

ResumoAndré Alivi dos Santos, de 29 anos, morreu baleado em Itaguara, na Região Central de Minas Gerais, durante operação da Polícia Militar nesta sexta-feira (4). A família alega confusão de alvo pelos policiais; a PM afirma que houve confronto. O caso segue sob investigação para apurar as circunstâncias do disparo.

André Alivi dos Santos, de 29 anos, morreu baleado nesta sexta-feira (4) em Itaguara, na Região Central de Minas, durante operação da Polícia Militar. A família afirma que os policiais confundiram o alvo; a PM sustenta que houve confronto.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 04 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Jovem de 29 anos morre baleado em operação da PM em Itaguara

André Alivi dos Santos, de 29 anos, morreu baleado nesta sexta-feira (4) durante uma operação da Polícia Militar em Itaguara, na Região Central de Minas Gerais. A família afirma que os policiais confundiram o alvo e entraram na casa onde André estava. A PM apresenta outra versão e sustenta que ele estava armado e houve confronto.

Segundo os parentes, André estava em casa quando militares do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER) chegaram ao local. A família diz que o mandado de prisão seria contra um primo dele, que morava em outra residência no mesmo lote. André não teria reagido, trabalhava e não tinha envolvimento com drogas, afirmam os familiares.

A Polícia Militar, por sua vez, informou que a equipe cumpria um mandado de prisão e que André foi identificado como o alvo da ordem judicial. Na versão da corporação, o jovem estava armado e reagiu à abordagem. Durante a ocorrência, um dos militares efetuou disparo e atingiu André.

A PM disse que ele recebeu socorro e foi levado ao Hospital de Itaguara, onde morreu. A família contesta: afirma que André foi atingido dentro da residência e questiona as circunstâncias do disparo.

Uma das divergências centrais é o mandado. Familiares sustentam que a ordem era contra o primo; a PM indica que a ação era direcionada ao próprio jovem. Esse ponto deverá ser esclarecido na apuração.

Informações divulgadas após a ocorrência apontam que André não tinha passagem pelo sistema prisional de Minas Gerais. O dado, porém, não permite concluir, isoladamente, se havia outros registros policiais ou procedimentos judiciais.

Nas redes sociais, a família divulgou vídeos contestando a atuação dos policiais e pedindo esclarecimentos sobre a identificação dos militares e a dinâmica da operação. A PM informou que o REDS ainda não havia sido concluído quando os primeiros detalhes foram divulgados. A perícia da Polícia Civil foi acionada e deverá auxiliar na apuração das circunstâncias da morte.

operações policiais em Minas Gerais

O caso segue com duas versões: a PM fala em reação armada; a família insiste que André não era o alvo e que não houve confronto. Cabe à investigação esclarecer o disparo, o alvo do mandado e como os policiais entraram no imóvel.

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