Cuidado com os camaleões: o sistema se renova a cada eleição
O sistema político brasileiro se adapta a cada eleição, exigindo atenção redobrada com os chamados candidatos camaleões. Veja como analisar o histórico real de cada nome.
O sistema político brasileiro se adapta e se renova a cada eleição, o que exige dos eleitores atenção redobrada com os chamados "candidatos camaleões", aqueles que mudam de discurso, partido ou ideologia apenas para se ajustar às conveniências do momento e conquistar o poder. Para não ser enganado por falsas renovações nas eleições presidenciais, o caminho mais seguro é ir além das promessas de campanha e analisar o histórico real de cada nome.
Dizem que o pior cego é aquele que não quer enxergar as coisas mais óbvias à sua frente. Desde o arranjo para colocar José Sarney na Presidência, mesmo sem que a Constituição permitisse, ficou claro que, no Brasil, sempre há um jeito de contornar as regras. Muitos que chegaram ao poder e não eram do sistema acabaram sendo absorvidos por ele. O sistema sempre se renova e joga com a maioria dos candidatos.
Ainda ouvimos um decano do STF, Gilmar Mendes, dizer: "Nós prejudicamos Bolsonaro, mas foi para o bem". Os brasileiros sempre foram enganados. Antes, acreditávamos na Rede Globo e éramos abastecidos pelas notícias dos grandes jornais. Muitas vezes, os brasileiros escolhiam o presidente apenas no segundo turno, enquanto a Faria Lima permanecia tranquila, porque, para ela, tanto um concorrente quanto o outro lhe pertenciam.
Em 2022, porém, Jair Messias Bolsonaro chegou à Presidência sem gastar muito dinheiro e sem apoio da mídia. Pelo contrário, a mídia, com exceção das redes sociais, trabalhou de forma desonesta e até descumprindo a Constituição para impedir sua eleição. Mesmo assim, não conseguiram. Então, resolveram mandar matá-lo, por meio de uma facada dada por Adélio Bispo de Oliveira, caso que até hoje foi abafado, sem mandante identificado. Deus quis que, mesmo hospitalizado e fora da campanha, a vitória viesse.
O desfecho culminou na perseguição a Bolsonaro. O sistema precisou usar todos os meios para tirá-lo, torná-lo inelegível e preso, porque imaginava que, inelegível, mas solto, o candidato que apoiasse seria o vencedor. No momento atual, o STF, com maioria, quer livrar o banqueiro do Master, pois estariam no mesmo voo. Nossa vergonha é ter um presidente do Senado com 109 pedidos de impedimento de ministros do STF em mãos, que disse que, se fosse com André Mendonça, ele colocaria. E já entraram com pedido contra o impedimento de Mendonça.
A situação brasileira é a mais grave da história. Tudo está às claras: aqueles que deveriam ser os primeiros a cumprir as leis estão atolados até o pescoço nas corrupções, pois, se acionarem as leis, o barco afunda, e eles estão no mesmo barco. Com base no poder do Criador, e considerando que o Brasil tem 48% de evangélicos orando pela nação, acreditamos que esta situação se resolverá, que os presos injustamente serão libertos e os verdadeiros criminosos serão presos.