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Vazamentos não ajudam democracia, diz Lula em crise no STF

ResumoLuiz Inácio Lula da Silva afirmou que vazamentos de informações não contribuem para a democracia, durante crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal. A declaração ocorre após divulgação de mensagens relacionadas aos ministros Alexandre de Moraes e Mendonça, além do Banco Master. O presidente defendeu o devido processo legal e criticou a exposição pública de conteúdos sigilosos.

Lula diz que vazamentos não contribuem com a democracia, em meio à crise no STF. Declaração ocorre após mensagens envolvendo Moraes, Mendonça e o Banco Master.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Vazamentos não ajudam democracia, diz Lula em crise no STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (4/9) que vazamentos de informações não contribuem para a democracia. A declaração ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto, em meio à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Lula também criticou o que chamou de "denuncismo" e a disseminação de fake news, sem citar nomes.

"Vou ficar muito mais satisfeito quando a gente tiver o país vivendo num clima de paz e tranquilidade, porque estamos vivendo uma época muito perigosa, o denuncismo, as fake news, os vazamentos, que não contribuem com a democracia", disse o presidente.

A fala acontece em meio à crise no STF que envolve os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após mensagens vazadas sobre o caso. O filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, também foi alvo de vazamentos. Ele é investigado pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência em órgãos federais.

Minutos antes, na mesma cerimônia, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, disse que os fatos recentes estão sendo apurados e defendeu que a resposta institucional siga a Constituição e a legislação.

Lula também afirmou que separa as atividades de presidente das de candidato à reeleição. "Não confundo minha atividade, não posso deixar de ser presidente porque sou candidato", disse. Após o evento em Brasília, ele segue para Juazeiro do Norte, no Ceará, onde participa de caminhada com o governador Elmano de Freitas, também candidato à reeleição.

A crise expõe o desafio de manter a estabilidade institucional em ano eleitoral. Enquanto os vazamentos alimentam o noticiário, a resposta oficial, até aqui, vem das próprias instituições, que prometem apuração dentro da lei. crise no STF

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