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Operação Helmintos: PCC suspeito de lavar R$ 1 bilhão

ResumoOperação Helmintos investiga grupo ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) suspeito de lavar R$ 1 bilhão em Praia Grande, litoral de São Paulo. A ação policial mira esquema de movimentação financeira ilícita com uso de empresas de fachada e criptoativos. A investigação aponta estrutura sofisticada de ocultação de valores provenientes de tráfico de drogas.

Operação Helmintos mira grupo ligado ao PCC suspeito de lavar R$ 1 bilhão em Praia Grande. Saiba o que se sabe sobre a investigação.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Operação Helmintos: PCC suspeito de lavar R$ 1 bilhão

A Polícia Civil deflagrou na última quinta-feira (3) a Operação Helmintos para desarticular um grupo ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas e exercer influência sobre atividades econômicas e políticas em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

O que se sabe até agora: as ações ocorreram em imóveis, empresas e um setor da administração municipal de Praia Grande, além de endereços em Guarujá, Santo André e Santana de Parnaíba. O grupo era formado por integrantes da organização criminosa, operadores financeiros, intermediários do setor imobiliário e pessoas usadas como "testas de ferro", que emprestam o próprio nome. Segundo as investigações, o esquema teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão, principalmente na aquisição de imóveis de alto padrão, empresas e estabelecimentos comerciais.

A Polícia Civil apreendeu dinheiro em espécie e celulares durante as diligências. A operação mira a estrutura financeira do grupo, que usava o setor imobiliário para dar aparência legal aos recursos do tráfico. A influência sobre atividades econômicas e políticas em Praia Grande é um dos focos da investigação, que segue em andamento como funcionam operações contra lavagem de dinheiro.

Para moradores da região, a operação indica um esforço das autoridades para conter a infiltração do crime organizado no comércio e na administração pública local. Ainda não há balanço oficial sobre o número de presos ou o total exato de bens confiscados. A investigação deve avançar nos próximos meses, com análise do material apreendido e cruzamento de dados financeiros.

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