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Sargento vira réu por feminicídio de capitã da PM em BH

ResumoEduardo Abner Pereira de Oliveira, sargento da Polícia Militar, tornou-se réu por feminicídio da capitã da PM em Belo Horizonte. A Justiça da Comarca de BH aceitou a denúncia e manteve a prisão preventiva do acusado. O processo judicial segue em tramitação na capital mineira.

A Justiça aceitou a denúncia contra o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, acusado de matar uma capitã da PM em Belo Horizonte, e manteve a prisão preventiva dele. O caso tramita na Comarca de BH.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 02 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Sargento vira réu por feminicídio de capitã da PM em BH

A Justiça aceitou a denúncia contra o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, acusado de matar uma capitã da Polícia Militar de Minas Gerais em Belo Horizonte, e manteve a prisão preventiva dele nesta quinta. A decisão é da juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri - 1º Sumariante da Comarca de Belo Horizonte. A ação penal tramita pelo número 5074198-03.2026.8.13.0024.

O sargento foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por feminicídio no contexto de violência doméstica, contra vítima que é mãe, por meio cruel, por motivo fútil, com uso de asfixia e com recurso que dificultou a defesa da vítima. Eduardo Abner também responde por fraude processual, lesão corporal por três vezes e tráfico de drogas.

De acordo com o MPMG, o crime aconteceu no dia 20/7, no apartamento em que a vítima e o réu moravam, depois de uma confraternização. A promotoria sustenta que o acusado utilizou um bastão de madeira para agredir a vítima, no quarto do casal, com diversos golpes pelo corpo. Além disso, ainda a asfixiou.

Em seguida, o sargento alterou a cena do crime ao colocar os lençóis da cama para lavar, jogou fora os pedaços de madeira utilizados nas agressões e apagou as mensagens do celular da vítima. Na mesma noite, o policial militar foi preso em flagrante ao levar a esposa, já morta, ao Hospital Odilon Behrens, na região Noroeste de BH. Em audiência de custódia, a prisão preventiva foi decretada.

A defesa tem dez dias para se manifestar no processo. O caso segue em tramitação na Justiça de Belo Horizonte, e a próxima etapa é a apresentação da defesa prévia.

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