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Operação contra Mário Frias avança sobre emendas e Dark Horse

ResumoA Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal em 10 de julho, investiga o deputado federal Mário Frias (PL-SP) por suposto envolvimento em desvio de emendas parlamentares e na organização Dark Horse. O ministro Flávio Dino, do STF, retirou o sigilo de milhares de páginas do inquérito, ampliando o escopo das apurações.

A Operação Make Up, deflagrada na quinta-feira (10), levou a Polícia Federal à casa do deputado federal Mário Frias (PL-SP). O ministro Flávio Dino, do STF, retirou o sigilo de milhares de páginas do caso, que avança sobre emendas e a chamada Dark Horse.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 15 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Operação contra Mário Frias avança sobre emendas e Dark Horse

A Polícia Federal esteve na casa do deputado federal Mário Frias (PL-SP) na quinta-feira (10), durante a Operação Make Up. A ação começou com 49 mandados de busca e apreensão. Depois disso, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo de milhares de páginas ligadas ao caso, o que ampliou o alcance da investigação.

A investigação avança sobre emendas parlamentares, sobre a chamada "Dark Horse" e sobre o elo de uma empresa com o PCC. Os detalhes sobre quem seria o responsável por cada frente ainda não estão fechados, e a apuração segue sob sigilo de Justiça.

O que a operação já alcançou

O primeiro movimento foi a busca na casa do deputado. A partir da retirada do sigilo pelo ministro do STF, o material passou a ser acessado por quem acompanha o processo. As frentes citadas até aqui são as emendas, a "Dark Horse" e a ligação de uma empresa com o PCC.

Ainda não há informação pública sobre o teor completo das milhares de páginas liberadas, nem sobre eventuais desdobramentos nos próximos dias.

Por que o caso interessa a Minas

Em Minas, onde a economia se mede na lavoura e na mina, decisão judicial sobre emendas e contratos costuma chegar ao município pela via do repasse. Quando uma frente de investigação avança sobre esse tipo de verba, prefeituras e empresas locais tendem a redobrar a conferência de convênios e prestações de contas.

Segundo o IBGE, o total de empresas ativas no Brasil em 2024 era de 212.583.750. O número dá a dimensão do universo que pode ser afetado por mudanças na forma de fiscalizar contratos e repasses.

O caso segue em apuração. A tendência, pelos próximos meses, é de mais movimentação processual, sem que se possa antecipar resultado.

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