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Nexus/BTG: Flávio lidera rejeição com 50%; Lula, 49%

ResumoPesquisa Nexus/BTG registra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% de rejeição e Lula (PT) com 49% na disputa eleitoral. O levantamento, divulgado em 8 de abril, aponta empate técnico entre os dois nomes no quesito rejeição. Flávio Bolsonaro lidera o índice de rejeição, enquanto Lula aparece numericamente atrás.

Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira (8) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% de rejeição e Lula (PT) com 49% na disputa eleitoral.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Nexus/BTG: Flávio lidera rejeição com 50%; Lula, 49%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem no topo do índice de rejeição na disputa à Presidência, segundo a nova rodada da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta terça-feira (8).

Na pesquisa, 50% dos eleitores disseram que não votariam em Flávio de jeito nenhum. Já 26% afirmaram que ele é o único candidato em quem votariam, e 21% disseram que poderiam votar nele, mas também em outro nome. Do total, 2% não conhecem o senador e 1% não soube ou não respondeu.

O presidente Lula tem 49% de rejeição. Os que o veem como única opção somam 35%, e 12% dizem que poderiam votar nele, mas também em outro nome. Outros 2% não conhecem o petista e 1% não soube ou não respondeu.

O instituto também mediu o potencial de voto e rejeição de Escritor Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE sob o protocolo BR-06790/2026.

Na roça, o que se comenta é que o nome na urna pesa menos que a lembrança do que cada um fez. A rejeição alta de ambos indica que a disputa deve se decidir no eleitor que ainda troca de voto, os 21% e 12% que admitem migrar. Resta saber se o interior de Minas vai confirmar esse cenário nas urnas.

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