Irmã de motorista de aplicativo desaparecido há dez meses em MG faz buscas por conta própria
Há dez meses, um motorista de aplicativo desapareceu em Minas Gerais. Sem respostas oficiais, a irmã dele organizou buscas por conta própria. A história revela a angústia de quem não desiste.
Há dez meses, um motorista de aplicativo desapareceu em Minas Gerais, e a irmã dele, sem respostas oficiais, decidiu organizar buscas por conta própria. Ela percorre cidades da região, divulga fotos e pede ajuda nas redes sociais. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga o caso, mas a família reclama da demora nas apurações.
O motorista, de 38 anos, sumiu em julho de 2025, após sair para trabalhar em Belo Horizonte. A irmã, que não teve o nome divulgado, afirma que a polícia não avançou nas investigações. Ela então criou um grupo de voluntários e passou a vasculhar estradas e áreas rurais. Segundo a PCMG, o inquérito segue em sigilo.
A rotina de buscas da irmã
A irmã do motorista desaparecido dedica os fins de semana às buscas. Ela imprime cartazes, cola em postes e comércios, e usa o WhatsApp para espalhar a foto do irmão. Em entrevista a uma rádio local, ela disse: "Não vou parar até encontrá-lo". A Polícia Civil informou que já ouviu testemunhas e analisa imagens de câmeras de segurança.
Como a família organiza as buscas
- Divulgação: a irmã criou perfis em redes sociais com fotos e dados do motorista.
- Parcerias: ela conta com a ajuda de amigos e outros motoristas de aplicativo.
- Rotas: percorre trechos da BR-040 e da BR-381, onde o celular do irmão foi rastreado pela última vez.
A PCMG não confirma o rastreamento, mas a família afirma que a operadora de telefonia forneceu a localização aproximada. O caso foi registrado na Delegacia de Desaparecidos de Belo Horizonte.
Apoio de outros motoristas
Motoristas de aplicato da região se mobilizaram. Eles compartilham as postagens da irmã e ficam atentos a qualquer pista. Um colega de trabalho do desaparecido, que pediu anonimato, disse: "A gente sabe que pode acontecer com qualquer um". A categoria enfrenta riscos diários, como assaltos e violência, segundo dados do Sindicato dos Motoristas de Aplicativo de MG.
A investigação oficial
A Polícia Civil de Minas Gerais informou, por nota, que o caso segue em andamento. A corporação não dá detalhes para não atrapalhar as investigações. A irmã critica a falta de transparência. Ela já protocolou pedidos de informação na Ouvidoria da PCMG.
O que a família pode fazer
- Registrar boletim de ocorrência (já feito).
- Pedir imagens de câmeras públicas (em análise).
- Contratar investigador particular (a família avalia).
- Mobilizar a imprensa (já ocorreu).
Repercussão nas redes sociais
O caso ganhou destaque em grupos de WhatsApp e Facebook. Moradores de cidades como Contagem e Betim compartilham as postagens. A irmã já recebeu denúncias anônimas, mas nenhuma levou ao paradeiro do motorista. A PCMG pede que informações sejam enviadas ao 181.
Perguntas Frequentes
Há quanto tempo o motorista está desaparecido?
Dez meses, desde julho de 2025.
O que a polícia já fez?
A PCMG abriu inquérito, ouviu testemunhas e analisa imagens de câmeras.
Como ajudar nas buscas?
Compartilhe as postagens da irmã nas redes sociais e, se tiver informações, ligue para 181.
A família contratou um investigador particular?
A irmã avalia a possibilidade, mas ainda não contratou.
O motorista tinha algum problema de saúde ou dívidas?
A família nega. Ele estava trabalhando normalmente no dia do desaparecimento.
Há suspeita de crime?
A polícia não confirma, mas a família acredita em sequestro ou acidente.