Portal Notícias MG 🔍
Portal Notícias MG
Editorias
Institucional
Cidade

Homem morto a facadas em Ribeirão Preto: o que se sabe

A Polícia Civil de Ribeirão Preto (SP) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da morte do autônomo Marcus Vinicius Gonçalves da Silva, de 32 anos, esfaqueado dentro do apartamento em que morava, na Zona Norte da cidade. Uma suspeita de 22 anos foi presa em flagrante por homicídio.

O caso ganhou repercussão porque a suspeita fez uma live nas redes sociais mostrando a cena do crime. Ela passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada.

Em depoimento, a investigada alegou que agiu em legítima defesa após um ataque com faca de Marcus Vinicius. Disse também que apenas dividia o apartamento para rachar despesas e que não tinha um relacionamento com ele.

A família da vítima contesta essa versão. Alega que Marcus Vinicius não era uma pessoa agressiva e que estava sim em um relacionamento com a suspeita.

O que dizem as versões em disputa

O inquérito trabalha com duas narrativas que se contradizem. De um lado, a suspeita sustenta legítima defesa e nega vínculo afetivo, descrevendo a convivência como divisão de moradia para rateio de despesas. Do outro, a família da vítima rejeita essa descrição e afirma que havia relacionamento entre os dois.

O esclarecimento depende da perícia e da análise das evidências reunidas pela Polícia Civil, que ainda não divulgou conclusão sobre a dinâmica do crime.

O que se sabe até agora

  • A vítima: Marcus Vinicius Gonçalves da Silva, 32 anos, autônomo.
  • O local: apartamento na Zona Norte de Ribeirão Preto (SP), onde ele morava.
  • A suspeita: 22 anos, presa em flagrante por homicídio.
  • A live: transmitida nas redes sociais, mostrou a cena do crime.
  • A custódia: prisão preventiva decretada após audiência.
  • A investigação: inquérito instaurado pela Polícia Civil.

A divulgação de imagens de um crime em tempo real levanta debate sobre limites de transmissão ao vivo, mas o inquérito concentra-se nas circunstâncias da morte.

O que acontece a seguir

O inquérito segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que deve ouvir testemunhas e aguardar laudos periciais. A defesa da suspeita sustenta a tese de legítima defesa, enquanto a família da vítima pressiona por respostas.

Até a conclusão das apurações, nenhuma das versões foi confirmada pelas autoridades. A orientação para quem acompanha o caso é buscar informações apenas em canais oficiais da Polícia Civil e da Justiça, evitando compartilhar conteúdos que exponham a vítima e sua família.

Cláudia Resende
Repórter de Saúde e Educação
De Juiz de Fora, cobre saúde pública e educação em MG com foco no que afeta a família mineira.
Ver todos os artigos →