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IBGE 2026: Tocos do Moji tem menor aumento populacional

ResumoTocos do Moji registrou o menor aumento populacional entre quatro municípios do Sul de Minas nas estimativas do IBGE para 2026, com crescimento de 1,7%. No mesmo levantamento, Bom Repouso apresentou a maior alta do grupo, alcançando 6,2% de crescimento populacional segundo o instituto.

Estimativas do IBGE para 2026 apontam Bom Repouso como a cidade que mais cresceu entre quatro municípios do Sul de Minas, com 6,2%, enquanto Tocos do Moji registrou o menor aumento, de 1,7%, segundo o instituto.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 14 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
IBGE 2026: Tocos do Moji tem menor aumento populacional

As estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2026 mostram que Borda da Mata, Bom Repouso, Tocos do Moji e Senador José Bento cresceram desde o Censo de 2022, mas em ritmos bem diferentes. Entre as quatro, Bom Repouso teve o maior avanço proporcional e Tocos do Moji, o menor.

Segundo o IBGE, a população de Bom Repouso passou de 12.649 habitantes em 2022 para uma estimativa de 13.434 em 2026, um acréscimo de 785 pessoas, ou cerca de 6,2%. Senador José Bento saiu de 2.068 para 2.161 moradores, alta de 93 pessoas, aproximadamente 4,5%. Borda da Mata foi de 17.404 para 17.861, ganho de 457 moradores, cerca de 2,6%. Já Tocos do Moji passou de 3.826 para 3.890 habitantes, 64 pessoas a mais, o equivalente a 1,7%.

O que os números revelam sobre a região

Somados, os quatro municípios saltaram de 35.947 habitantes em 2022 para uma estimativa de 37.346 em 2026. A região ganhou cerca de 1.399 moradores em quatro anos, um crescimento conjunto de aproximadamente 3,9%.

Na comparação regional, Pouso Alegre segue como cidade-polo. O município passou de 152.212 habitantes no Censo de 2022 para uma estimativa de 163.439 em 2026, acréscimo de 11.227 pessoas e crescimento de cerca de 7,4%. A cidade concentra serviços de saúde, educação, comércio, empregos e atendimentos especializados procurados também por moradores das cidades vizinhas.

Por que as estimativas do IBGE importam

Os dados não servem apenas para contabilizar quantas pessoas vivem em cada município. Eles orientam o planejamento de políticas públicas e decisões sobre distribuição de recursos, além de ajudarem as prefeituras a dimensionar demandas em saúde, educação, infraestrutura, saneamento, transporte e habitação.

Crescimento populacional traz desafios e oportunidades para as administrações. Mais moradores significam maior pressão sobre serviços públicos e infraestrutura, mas também podem abrir espaço para desenvolvimento econômico, geração de empregos e fortalecimento do comércio local.

Os números de 2026 confirmam que as quatro cidades continuam crescendo, ainda que em velocidades distintas. Acompanhar essa evolução demográfica é o primeiro passo para planejar o desenvolvimento conforme as novas necessidades dos moradores.

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