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Pena de homem que matou ex na frente da filha sobe para 58 anos no Acre

ResumoJairton Silveira Bezerra teve a pena aumentada para 58 anos, 8 meses e 5 dias de prisão pelo assassinato da ex-mulher Paula Gomes da Costa, de 33 anos, em Rio Branco, no Acre. O crime ocorreu na frente da filha do casal. A decisão judicial atendeu parcialmente ao recurso do Ministério Público do Acre.

Jairton Silveira Bezerra teve a pena aumentada para 58 anos, 8 meses e 5 dias de prisão por matar a ex-mulher Paula Gomes da Costa, de 33 anos, na frente da filha, em Rio Branco. A decisão atendeu parcialmente a recurso do MP-AC.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 01 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Pena de homem que matou ex na frente da filha sobe para 58 anos no Acre

A Justiça do Acre aumentou a pena de Jairton Silveira Bezerra para 58 anos, 8 meses e 5 dias de prisão em regime fechado. Ele foi condenado por matar a ex-mulher Paula Gomes da Costa, de 33 anos, a facadas, na frente da filha de 6 anos, em Rio Branco. A decisão atendeu, parcialmente, a um recurso do Ministério Público Estadual (MP-AC) e foi publicada no Diário da Justiça nesta terça-feira (1º). O g1 tenta contato com a defesa do acusado.

O crime ocorreu em 27 de outubro de 2024, no bairro Alto Alegre. Jairton não aceitava o fim do relacionamento. Antes do feminicídio, ele já havia agredido a vítima em outras ocasiões e descumprido a medida protetiva que ela tinha. A filha de 6 anos presenciou o ataque.

Em abril deste ano, Jairton passou por júri popular na Cidade da Justiça, em Rio Branco. Na ocasião, foi condenado a 54 anos de prisão. A nova pena, de 58 anos, 8 meses e 5 dias, considera o feminicídio qualificado por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima, na presença de descendente, com intenção de matar em contexto de violência doméstica. Ele não pode recorrer da sentença em liberdade.

O caso reforça a importância das medidas protetivas e da denúncia em situações de violência doméstica. A decisão desta terça-feira mostra que a Justiça tem endurecido em casos de feminicídio, especialmente quando há agravantes como a presença de crianças. A pena elevada serve de alerta para a gravidade do crime e para a necessidade de proteção às vítimas.

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