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Futuro ministro: Cury vira alvo de Lula e Flávio

ResumoAugusto Cury (Avante) registra entre 10% e 11% nas pesquisas eleitorais e tornou-se alvo de articulações políticas de Lula e Flávio Bolsonaro. O psiquiatra e escritor é cotado para assumir o Ministério da Educação em um eventual governo. A disputa pela pasta reflete o interesse de ambos os lados em atrair o eleitorado moderado.

Augusto Cury (Avante) pontua entre 10% e 11% nas pesquisas e já é chamado de potencial ministro da Educação por Lula e Flávio Bolsonaro. Entenda o cenário.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 01 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Futuro ministro: Cury vira alvo de Lula e Flávio

A ascensão de Augusto Cury (Avante) em duas pesquisas nacionais divulgadas no domingo, nas quais pontua entre 10% e 11% das intenções de voto, já mobiliza as equipes dos presidenciáveis Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Nos bastidores, a avaliação é de que, em eventual segundo turno, ele será o fiel da balança. Apontado como suposta terceira via, o psicanalista e escritor best-seller já é chamado de potencial ministro da Educação pelos dois lados da polarização.

Para quem vive de salário e depende de políticas públicas, o cenário importa: a disputa pela Educação e por programas sociais define vagas, concursos e repasses. Cury, segundo a coluna, tem conquistado o voto de evangélicos, donas de casa e professoras, deixando Ronaldo Caiado (PSD) para trás. Ainda assim, a reportagem alerta: uma onda maior pode estar surgindo, e os dois lados não devem se enganar.

Enquanto isso, o setor de latinhas cresce e gera emprego na indústria. Segundo a Associação Brasileira da Lata de Alumínio, embalagens para energéticos, cervejas sem álcool, sucos e água avançaram 30% no primeiro semestre de 2026, somando 1 bilhão de unidades. No mesmo período, o Brasil comercializou 16 bilhões de latinhas. Para a Abralatas, a diversificação das bebidas sustenta boas perspectivas para o segundo semestre, o que tende a manter linhas de produção ativas e vagas abertas.

Na área de saúde, com 40% da população convivendo com algum tipo de dor, segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, a Associação da Indústria para o Autocuidado em Saúde lança o segundo fascículo do Guia para o tema, com o slogan "Dor: entender para cuidar". A publicação reúne especialistas para abordar a dor sob perspectivas clínicas e de autocuidado.

Por fim, o Comitê Brasileiro de Arbitragem (CBAr) realiza, no Rio de Janeiro, o 25º Congresso Internacional de Arbitragem, com o tema "Arbitragem e Poder". O evento marca os 25 anos do CBAr e os 30 anos da Lei de Arbitragem, com a presença do ex-ministro do STF Luís Roberto Barroso. IA, arbitragem de emergência, mediação e Dispute Boards estão entre os temas debatidos.

A tendência para os próximos meses é de disputa acirrada e atenção redobrada aos movimentos de Cury. Sem prometer, a leitura é de que o cenário pode mudar rapidamente, e quem depende de decisões de Brasília precisa acompanhar de perto.

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