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Foragido há quase oito anos, chefe do tráfico é preso no ES

ResumoA operação conjunta entre a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO-MG) e a Polícia Militar do Espírito Santo prendeu, na quinta-feira (3), um chefe do tráfico foragido há quase oito anos. A captura ocorreu no Espírito Santo, encerrando a fuga do criminoso apontado como liderança no bairro São Tarcísio, em Governador Valadares.

Foragido há quase oito anos, homem apontado como uma das principais lideranças do tráfico no bairro São Tarcísio, em Governador Valadares, foi preso no Espírito Santo na quinta-feira (3). Ação conjunta da FICCO-MG e da PM capixaba resultou na captura.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Foragido há quase oito anos, chefe do tráfico é preso no ES

Um homem apontado pela polícia como uma das principais lideranças do tráfico de drogas no bairro São Tarcísio, em Governador Valadares, foi preso na quinta-feira (3), no Espírito Santo. A captura ocorreu durante uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-MG) e da Polícia Militar do Espírito Santo.

O suspeito estava foragido há quase oito anos. Moradores do São Tarcísio, que acompanham a rotina do bairro, dizem que a notícia da prisão trouxe alívio, mas também um alerta: o tráfico não se encerra com uma captura. "A gente sabe que eles se reorganizam rápido", comenta um comerciante local, que prefere não se identificar.

A ação integrada entre as polícias mineira e capixaba é um sinal de que a troca de informações entre estados tem funcionado. Para quem vive no interior, a sensação é de que a segurança pública, muitas vezes, só chega quando o problema já virou caso de polícia interestadual.

A Polícia Militar do Espírito Santo e a FICCO-MG não detalharam como o paradeiro do foragido foi localizado nem se ele já foi recambiado para Minas Gerais. A reportagem aguarda posicionamento oficial.

A prisão é um passo, mas a comunidade do São Tarcísio espera ações permanentes de prevenção e ocupação social. "Prender é preciso, mas falta presença do poder público no dia a dia", avalia uma liderança do bairro.

A ocorrência reforça o trabalho das forças de segurança no combate ao crime organizado, que não respeita divisas estaduais.

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