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Ex-vereador de Pedra do Indaiá e irmão presos por ataque com martelo e taco

ResumoO ex-vereador Reveter Rainer da Silva e seu irmão foram presos pela Polícia Militar em Santo Antônio do Monte. As prisões ocorreram em cumprimento a mandados relacionados a uma tentativa de homicídio em setembro de 2025, em Pedra do Indaiá. Os irmãos são acusados de ataque com martelo e taco contra a vítima.

Dois irmãos foram presos pela Polícia Militar em Santo Antônio do Monte, em cumprimento a mandados de prisão relacionados a uma tentativa de homicídio ocorrida em setembro de 2025, em Pedra do Indaiá. Entre os detidos está o ex-vereador Reveter Rainer da Silva, apontado como um d

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 31 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Ex-vereador de Pedra do Indaiá e irmão presos por ataque com martelo e taco

Ex-vereador de Pedra do Indaiá e irmão são presos após ataque com martelo e taco de beisebol dentro de supermercado; veja o vídeo

Dois irmãos foram presos pela Polícia Militar na terça-feira (28), em Santo Antônio do Monte, em cumprimento a mandados de prisão relacionados a uma tentativa de homicídio ocorrida em setembro de 2025, no município de Pedra do Indaiá. Entre os detidos está o ex-vereador Reveter Rainer da Silva, apontado nas investigações como um dos autores do ataque. O outro preso é Alife Silva. Os dois foram abordados pelos militares logo após deixarem o Fórum da Comarca, onde haviam comparecido para participar de uma audiência judicial.

A prisão dos irmãos está diretamente ligada a um caso que ganhou grande repercussão em Minas Gerais no dia 21 de setembro de 2025. Na ocasião, câmeras de segurança registraram um homem sendo violentamente atacado dentro de um supermercado em Pedra do Indaiá. As imagens mostram a vítima tentando fugir enquanto era perseguida pelos dois investigados, que estavam armados com um taco de beisebol e um martelo.

Como ocorreu a prisão dos irmãos

De acordo com as informações divulgadas, a Polícia Militar montou a operação após tomar conhecimento da existência dos mandados de prisão expedidos pela Justiça. Assim que os irmãos deixaram o prédio do fórum, os militares realizaram a abordagem, confirmaram a identidade dos investigados e efetuaram as prisões. A ação ocorreu sem registro de resistência e foi acompanhada pelos procedimentos legais previstos para esse tipo de ocorrência.

Após a prisão, os dois foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Santo Antônio do Monte, onde passaram pelos procedimentos de praxe. Em seguida, foram encaminhados novamente ao Presídio de Lagoa da Prata, onde permanecem à disposição da Justiça enquanto o processo criminal continua em tramitação.

Detalhes do ataque no supermercado

Segundo as investigações, os irmãos entraram no estabelecimento comercial atrás da vítima e iniciaram uma sequência de agressões. O homem tentou escapar correndo pelos corredores do supermercado, mas continuou sendo perseguido. As imagens registram momentos de tensão entre clientes e funcionários, que presenciaram toda a ação e tentaram interromper o ataque.

Mesmo com a intervenção de pessoas que estavam no local, a vítima sofreu diversos golpes antes que os agressores deixassem o estabelecimento. O homem recebeu os primeiros socorros em Pedra do Indaiá e, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para uma unidade hospitalar em Santo Antônio do Monte. As informações divulgadas na época apontavam suspeita de traumatismo craniano e múltiplas fraturas provocadas pelas agressões.

Histórico da investigação e revogação da liberdade

Logo após o crime, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar a tentativa de homicídio, ouvir testemunhas, analisar as imagens das câmeras de segurança e reunir outros elementos de prova. As investigações apontaram indícios suficientes para solicitar a prisão preventiva dos dois irmãos, pedido que foi acolhido pela Justiça.

Os investigados chegaram a permanecer presos durante parte da investigação, mas posteriormente obtiveram liberdade provisória para responder ao processo fora do sistema prisional. Com o andamento da ação penal, entretanto, a Justiça decidiu revogar esse benefício e expediu novos mandados de prisão, que foram cumpridos nesta semana pela Polícia Militar.

Até o momento, o Poder Judiciário não divulgou oficialmente os fundamentos que motivaram a revogação da liberdade provisória. Dessa forma, o motivo específico da nova ordem de prisão permanece sob sigilo nos autos do processo.

Repercussão e tramitação do processo

O caso chamou atenção em todo o estado pela violência das agressões registradas pelas câmeras de segurança. As imagens circularam amplamente nas redes sociais e repercutiram em diversos veículos de comunicação, aumentando a cobrança por uma resposta rápida das autoridades responsáveis pela investigação.

Reveter Rainer da Silva exerceu mandato como vereador em Pedra do Indaiá antes do episódio que resultou na investigação criminal. A condição de ex-parlamentar, no entanto, não altera a tramitação do processo, que segue normalmente perante a Justiça.

Os dois irmãos continuam sendo investigados pelo crime de tentativa de homicídio. Durante o andamento da ação penal, caberá ao Ministério Público apresentar as acusações e produzir as provas necessárias, enquanto a defesa poderá exercer plenamente o direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme determina a legislação brasileira.

Perguntas Frequentes

Quem são os presos pelo ataque no supermercado?

Foram presos os irmãos Reveter Rainer da Silva, ex-vereador de Pedra do Indaiá, e Alife Silva. Eles são investigados por tentativa de homicídio.

Quando ocorreu o ataque dentro do supermercado?

O ataque ocorreu no dia 21 de setembro de 2025, em um supermercado de Pedra do Indaiá, em Minas Gerais.

Quais armas foram usadas no ataque?

Segundo as investigações, os agressores usaram um taco de beisebol e um martelo.

Onde os irmãos foram presos?

Eles foram presos em Santo Antônio do Monte, após deixarem o Fórum da Comarca, onde participavam de uma audiência judicial.

Qual a situação atual da vítima?

A vítima sofreu suspeita de traumatismo craniano e múltiplas fraturas. Foi transferida para uma unidade hospitalar em Santo Antônio do Monte.

Por que a liberdade provisória foi revogada?

O Poder Judiciário não divulgou oficialmente os fundamentos. O motivo permanece sob sigilo nos autos do processo.

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