Cúpula da PF reage a Mendonça: 11 diretores entregam cargos
A crise aberta pelo afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, chegou à cúpula da corporação nesta terça-feira (8). Onze diretores divulgaram uma manifestação conjunta em apoio a Andrei e ao diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, também afastado, e colocaram seus próprios cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad.
[resposta direta para snippet] Onze diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad, em manifestação conjunta de apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada, ambos afastados. A reação ocorreu nesta terça-feira (8) e atinge a cúpula da corporação.
O movimento é uma resposta direta à decisão que afastou os dois nomes, e coloca a cúpula da PF em posição de solidariedade explícita. Ao colocar os cargos à disposição, os diretores sinalizam que a estabilidade da instituição depende do desfecho do caso, que ainda não teve desdobramentos oficiais sobre os próximos passos.
Para quem acompanha a segurança pública, o gesto tem peso prático. A manifestação conjunta não é apenas simbólica: ela envolve a cúpula que comanda operações e setores estratégicos da PF. A reação ocorre em um momento em que a corporação enfrenta uma das maiores crises internas dos últimos anos, com a cúpula diretamente envolvida.
Ainda não há informações oficiais sobre como o diretor-geral interino, William Marcel Murad, responderá ao gesto. A medida, na prática, deixa o comando da PF em compasso de espera, enquanto a categoria e os próprios diretores aguardam um posicionamento sobre o futuro da instituição.
O caso segue em aberto, e a expectativa é de que novos desdobramentos ocorram nos próximos dias, com impacto direto na condução da Polícia Federal e na sua atuação em todo o país.
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